domingo, 2 de junho de 2013

P!nk - Just Give Me A Reason ft. Nate Ruess


Right from the start
You were a thief, you stole my heart
And I, your willing victim
I let you see the parts of me
That weren't all that pretty
And with every touch
You fixed them


Now you've been talking in your sleep oh oh
Things you never say to me oh oh
Tell me that you've had enough
Of our love

Our love

Just give me a reason
Just a little bit's enough
Just a second we're not broken just bent
And we can learn to love again
It's in the stars
It's been written in the scars on our hearts
We're not broken just bent
And we can learn to love again


I'm sorry I don't understand
Where all of this is coming from
I thought that we were fine (oh we had everything)
Your head is running wild again
My dear we still have everythin'
And it's all in your mind (Yeah, but this is happenin')


You've been havin' real bad dreams oh oh
You used to lie so close to me oh oh
There's nothing more than empty sheets
Between our love, our love
Oh, our love, our love...


Just give me a reason
Just a little bit's enough
Just a second we're not broken just bent
And we can learn to love again
I never stopped
You're still written in the scars on my heart
You're not broken just bent
And we can learn to love again


Oh tear ducts and rust
I'll fix it for us
We're collecting dust
But our love's enough
You're holding it in
You're pouring a drink
No nothing is as bad as it seems
We'll come clean


Just give me a reason
Just a little bit's enough
Just a second we're not broken just bent
And we can learn to love again
It's in the stars
It's been written in the scars on our hearts
We're not broken just bent
And we can learn to love again


Just give me a reason
Just a little bit's enough
Just a second we're not broken just bent
And we can learn to love again
It's in the stars
It's been written in the scars on our hearts
We're not broken just bent
And we can learn to love again


Oh, we can learn to love again
Oh, we can learn to love again
Oh, that we're not broken just bent
And we can learn to love again

sábado, 1 de junho de 2013

Raposas inocentes

Autor: Torey Hayden
Ano: 2012
Editora: Editorial Presença
Número de páginas: 308

Lido de: 06/05/2013 a 29/05/2013 (24 dias)
Classificação:1/5


Opinião:
Este livro não tem nada a ver com os outros livros da Torey Hayden. Normalmente os livros da Torey são na primeira pessoa. São histórias reais, contadas por ela. Este não. Este era estilo "romance" e contado na terceira pessoa.
O estilo de escrita também não tem nada a ver. Mas o pior, para mim, foram as asneiras (palavrões). Milhares de asneiras ao longo do livro. Milhões. E palavrões a sério! Acho completamente escusado.
Não achei a história nada de especial. O livro não me cativou nada e não me apetecia lê-lo. Só lá mais para o final comecei a interessar-me um bocadinho mais.
O final surpreendeu-me. Não estava à espera de um final assim. Mesmo assim, acho que acabou repentinamente e algumas coisas ficaram por explicar. Parecia que estava com pressa para terminar o livro.
Cá para mim, acho que alguém escreveu este livro e colocou o nome da Torey para ser vendido. Se não foi, é o que parece. :p
Detestei o livro.

Sinopse:
"Saído da pena da aclamada Torey Hayden chega agora o seu segundo romance publicado em Portugal, depois de anteriores livros de não ficção da autora que trabalha sobre a problemática de crianças com necessidades especiais.
Em Raposas Inocentes a ação passa-se em Abundance, Montana, antes uma cidade mineira nos tempos do Velho Oeste, agora pouco mais que uma cidade fantasma. Dixie acabou de perder um filho e apoia-se numa relação com Billy, um homem que não consegue manter um emprego. Spencer é um ator de Hollywood que se esconde dos paparazzi no seu rancho. É então que Billy decide pôr em prática um plano que levará estas quatro personagens a confrontar-se com verdades dolorosas acerca das suas vidas."

domingo, 26 de maio de 2013

The Cider House Rules

Nome em português: Regras da casa
Ano: 1999
Género: Drama, Romance
Realização:
Argumento:


Opinião:
Minha classificação: 7/10. Visto em 20.05.2013.
Mais um filme requisitado da biblioteca. Mais um escolhido pela capa. O filme tem algumas partes nojentas (partos, abortos...), e tem outros pormenores bastante interessantes: diálogos e imagens que parecia que não tinham importância nenhuma, são determinantes mais tarde. Gostei.


Sinopse:
"Baseado no admirável romance de John Irving e realizado com a sobriedade de Lasse Hallstrom, "Regras de Casa" é uma fábula sobre o caminho que temos que percorrer para encontrarmos o lugar a que pertencemos. Homer (Tobey Maguire) cresceu num orfanato onde o director, Dr. Larch (Michael Caine), executa abortos ilegais, mas seguros. Ainda jovem ele é instruído em medicina, na esperança que o seu talento dê continuidade ao trabalho do médico quando este morrer. Mas Homer anseia por uma vida diferente, e quando se cruza com Candy (Charlize Rheron) e Wally (Paul Rudd), um jovem casal de namorados, acaba por viajar com eles. Aceita o convite para trabalhar na plantação de maçãs de Wally, mas este parte para combater na Segunda Grande Guerra, deixando Homer e Candy sozinhos e juntos. O que irá Homer aprender acerca da vida e do amor? As excelentes revelações de Tobey Maguire e Charlize Theron como actores de primeira, e a comovente interpretação de Michael Caine (vencedor de um Oscar para Melhor Actor Secundário neste papel) fazem deste filme um acontecimento inesquecível."


Trailer:


sábado, 25 de maio de 2013

An Unfinished Life


Nome em português: Uma vida inacabada
Ano: 2005
Género: Drama
Realização:


Opinião:
Minha classificação: 4/10.
Requisitei este filme da biblioteca. Nunca tinha ouvido falar dele, e escolhi-o unicamente pela capa (é assim que escolho a maioria dos filmes e livros). Gostei do filme e é daqueles que tem uma mensagem para transmitir. Aborda, entre outros temas, a violência doméstica e o perdão.
E só agora ao escrever este post reparei que este realizador é o mesmo de outros 4 filmes que já vi: Regras da casa, Chocolate, Um refúgio para a vida, Juntos ao luar.


Sinopse:
"Einar Gilkyson (Redford) é um rancheiro reformado que há muito virou as costas às memórias. Ainda em choque com a morte do seu único filho há uma decada atrás, Einar deixou o rancho cair na ruína juntamente com o seu casamento. Agora, Einar passa os seus dias a cuidar do seu último amigo de confiança, Mitch (Morgan Freeman), que foi gravemente ferido por um urso pardo da América. Einar pretende viver os seus dias em solidão...até que a pessoa que ele culpa pela morte do filho chega à cidade: a sua nora Jean (Lopez)..."


Trailer:


sexta-feira, 24 de maio de 2013

O Grande Gatsby, F. Scott Fitzgerald

 

Publicado por: Angélica

Autor: F. Scott Fitzgerald
Ano: 1925 (publicação original) / 2013 (livro lido)
Classificação: 4/5

"O Grande Gatsby" retrata os anos 20 nos Estados Unidos, toda a envolvência da época do jazz, o superficialismo das relações estabelecidas, a leveza com que se encaram os dias sem pensar nas consequências de algumas escolhas, a inacessibilidade  de certo estatuto que só alguns detêm, como que protegidos por algo transcendente e invisível. 
No livro, assistimos ao apogeu e ao declínio de Gatsby até à sua total destruição, enquanto vivemos também a sua história de amor, profundamente marcada pelo egoísmo. 
Embora reconheça o valor literário da obra e do autor, não foi um livro que me arrebatasse. A atmosfera snobe em que vivem as personagens, o seu caráter individualista e presunçoso (comum a quase todas), as relações artificiais e a própria história não me despertaram paixão.
No final, comoveu-me o pai de Gatsby, a transbordar de orgulho pelo filho, uma personagem que quase passa despercebida, mas que vem realçar a inconsistência de toda a vida do protagonista. O contraste entre a vaidade deste pai com o desapego e a indiferença de praticamente todos os outros que com Gatsby se cruzaram foi, talvez, o que mais me entristeceu na história.

"O Grande Gatsby é um dos livros de referência da literatura mundial, integrando as grandes seleções de obras a não perder:
25 Melhores Romances do século XX - Amazon;
100 Melhores Romances do século XX - Le Monde;
100 Melhores Romances de Sempre - Time e Observer;
1000 Livros para Mudar a sua Vida;
1001 Livros para Ler antes de Morrer".

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Dezanove minutos

Autor: Jodi Picoult
Ano: 2007
Editora: Civilização
Número de páginas: 532

Lido de: 11/04/2013 a 03/05/2013 (23 dias)
Classificação: 4/5


Opinião:
Adoro os livros da Jodi Picoult! O problema deste livro é ser de um tema bastante sensível e eu ser muito susceptível a ter pesadelos (daí que não pudesse ler este livro antes de me deitar). Gosto imenso da escrita desta autora e da forma como ela prende o leitor ao que está a acontecer.
A história deste livro é baseada em factos reais: um tiroteio num liceu nos EUA. Quando, logo à partida, comecei por condenar imediatamente o assassino, fui depois começando a acompanhar todo o sofrimento daquela personagem, durante anos a fio, e comecei a "desculpar" e a entender o porquê daquela atitude tão radical. O que, obviamente, não serve de desculpa, senão poderíamos andar todos por aí aos tiros só porque nos trataram mal.

Sinopse:
"Mais uma vez, Picoult aborda um assunto delicado na sociedade contemporânea, um tiroteio no liceu, levantando perguntas como: o seu filho pode tornar-se num mistério para si? O que significa ser diferente na nossa sociedade? É justificável para uma vítima ripostar? E quem - se é que alguém - tem o direito de julgar outra pessoa?
Em Sterling, New Hampshire, Peter Houghton, um estudante de liceu com dezassete anos, suportou anos de abuso verbal e físico por parte dos colegas. A sua amiga, Josie Cormier, sucumbiu à pressão dos colegas e agora dá-se com os grupos mais populares que muitas vezes instigam o assédio. Um incidente de perseguição é a gota de água para Peter, que o leva a cometer um acto de violência que mudará para sempre a vida dos residentes de Sterling."