quinta-feira, 20 de julho de 2017

A mãe é que sabe


Ano: 8 de dezembro de 2016
Género: Comédia
Realização: Nuno Rocha
Elenco: Maria João Abreu (como Ana Luísa), Joana Pais de Brito (como Josefa 1973, 1986, 1992), Filipe Vargas (como Adelino 1973, 1986, 1992)


Opinião:
Minha classificação: 9/10. Filme visto em 11.07.2017.
Lembro-me de ver o poster deste filme na altura em que esteve no cinema e de achar que deveria ser giro ir vê-lo. E foi! Gostei imenso! É bom ver um filme calmo e com piada para relaxar. Acho que só não achei tanta piada à parte da Ana Luísa imaginar as coisas e elas irem sendo alteradas. Bem, se calhar era essa a ideia principal do filme. :p
Algumas das personagens são atuais atores da novela que sigo na SIC: Amor Maior. 


Sinopse:
"No dia de aniversário de Adelino, toda a família se reúne em casa de Ana Luísa, a filha mais velha. À medida que o almoço decorre, todas as conversas vão, constante e inevitavelmente, convergindo para a mesma pessoa: Josefa, a falecida esposa de Adelino e mãe de Ana Luísa. Cheia de saudade – e de inevitáveis mágoas –, a dona da casa embarca numa viagem ao passado, desabotoando memórias dos dias distantes da sua infância e adolescência, em constante desacordo com a mãe, uma matriarca forte e controladora mas de coração enorme. Apesar das lutas e discórdias com Josefa durante a vida em comum, Ana Luísa vai perceber que, por mais que se tenha esforçado por combater a "ditadura" em que foi criada, acabou por se transformar numa cópia da progenitora…"


Trailer:

terça-feira, 18 de julho de 2017

Grávida - Livro de instruções


Autor: Sarah Jordan, Dr. David Ufberg
Ano: 2009
Editora: Arte Plural Edições
Número de páginas: 217

Lido entre 05/07/2017 e 10/07/2017 (6 dias)
Classificação: 4/5


Opinião:
Livro emprestado pela minha irmã. Achei bastante interessante! Muito útil! É necessário guardar para ir consultando. Gostei imenso do sentido de humor!
Faz primeiro uma abordagem sobre a conceção e os sintomas da gravidez, seguindo-se uma descrição detalhada sobre cada trimestre da gravidez. Depois mostra o que poderá ser necessário no enxoval do bebé, dá indicações ao pai da criança sobre o que deve saber e explica as diferentes fases do parto (ensina ao pai o que deve fazer no caso do bebé nascer a caminho do hospital). Por fim, faz uma pequena abordagem aos primeiros exames do bebé e a amamentação.


Sinopse:
"Informação essencial, dicas e conselhos para futuros papás. Trazer um bebé ao mundo é um dos momentos mais marcantes da vida; mas não há como evitá-lo: estar grávida pode ser uma experiência assustadora. Felizmente, "Grávida - Livro de Instruções" nasceu para responder às suas perguntas mais importantes: Será que este enjoo matinal alguma vez vai passar? De que tamanho é o meu bebé às 26 semanas? É normal sentir um desejo incontrolável de comer picles? Qual é a melhor maneira de evitar as indesejáveis festinhas na barriga? E, acima de tudo, será que mais alguma vez na vida vou ter uma noite descansada? Os futuros pais encontrarão as respostas neste manual graças a Sarah Jordan, mãe veterana, e David Ufberg, obstetra e ginecologista qualificado (três vezes pai)."

sábado, 8 de julho de 2017

Confissões de uma médica


Autor: Sofia Serrano
Ano: 2016
Editora. Marcador
Número de páginas: 245

Lido entre 01/07/2017 e 04/07/2017 (4 dias)
Classificação: 4/5


Opinião:
Este foi o livro que eu comprei ao mesmo tempo que "Dias de uma princesa grávida", numa altura em que estava com desejos de livros. :p 
Tal como no outro livro, estava ansiosa por ler o livro e também fiquei um pouco desiludida. Neste caso estava à espera de ter mais histórias do que se passava no hospital, dos partos, das consultas. Achei engraçada a história do marido que vinha ver a mulher e ela estava com outra pessoa, ou daquela mãe que já tinha 3 filhos e descobriu que estava grávida de gémeos. Achei engraçado o capítulo sobre o tipo de pais na sala de partos, ou dos 10 mandamentos da maternidade. Estava à espera de mais histórias assim. 
Gostei de saber um pouco mais da formação dos médicos, dos exames, dos anos de estudo. Mas achei repetitivo o facto da autora salientar o facto dos médicos trabalharem muitas horas e de nem sempre terem tempo para a família como gostariam e de ser mãe a tempo inteiro e não ser perfeita. É que durante mais de metade do livro esteve a ser referido esse aspeto.


Sinopse:
"Confissões de uma Médica" leva-nos para a intimidade de alguém que tem a assombrosa missão de trazer ao mundo, todos os dias, novas vidas - tantas vezes salvando aquelas que estão em risco. Relata as peripécias rocambolescas e cómicas de quem passa tanto tempo num hospital, como os amantes que visitam as grávidas antes dos maridos ou as mulheres que se julgam gordas, quando estão, de facto, grávidas de gémeos. Mas, mais do que tudo, é um relato fiel e empolgante de alguém que é apaixonado pelo ofício que escolheu: ajudar a dar à luz, a trazer vida ao mundo - um milagre que nunca deixa de nos espantar."

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Dias de uma princesa grávida


Autor: Catarina Beato e Sofia Serrano
Ano: 2017
Editora: Marcador
Número de páginas: 191

Lido entre 26/06/2017 e 30/06/2017 (5 dias)
Classificação: 4/5


Opinião:
Diz-se que as grávidas têm desejos de comida. Eu ainda não tive nenhum. Detesto comer. Estou ansiosa por saber que tipo de desejos de comida vou ter (se é que vou ter). Os únicos desejos que tive foi de livros. Eu nunca compro livros. O último livro que comprei foi em 2008. Mas estava sempre a pensar neste livro (e no outro que li a seguir). E tive MESMO de os comprar!
Confesso que fiquei um bocado desiludida... Estava à espera de mais. Não sei explicar o porquê, mas achei que tinha ficado um pouco aquém do que eu tinha idealizado. Até foi interessante, li num instante, tem muitos conselhos e indicações, aborda vários temas relacionados com a gravidez, mas achei algumas coisas um pouco repetitivas.


Sinopse:
"Quando uma mulher está grávida quer ser um bocadinho médica e perceber tudo o que se passa com o seu corpo e com o bebé que cresce delas. Este livro é um diário e um guia de uma gravidez. Na verdade, é uma companhia, um diálogo nascido da amizade, da curiosidade e do amor. Catarina e Sofia eram amigas. Tinham em comum o gosto pela escrita nos blogues, em que partilhavam bocadinhos da sua vida: Dias de uma Princesa e Café, Canela & Chocolate. 

A Catarina ficou grávida e pediu ajuda à Sofia, médica especialista em ginecologia e obstetrícia. Das dúvidas, certezas, angústias e rotinas nasceu um diário partilhado, semana a semana, trimestre a trimestre com histórias pessoais, conselhos e descobertas. Um diálogo entre amigas, mas também entre uma médica e uma grávida. 

Da comida ao desejo sexual, da primeira ecografia ao exercício físico, dos mitos ao esclarecimento, este é um relato, tão útil como emocionante e íntimo, da viagem mais incrível da existência - aquela que dura nove meses e muda a vida de uma mulher para sempre."

segunda-feira, 26 de junho de 2017

A força dos afectos


Autor: Torey Hayden
Ano: 2008
Editora: Presença
Número de páginas: 375

Lido entre 19/05/2017 e 25/06/2017 (38 dias)
Classificação: 4/5


Opinião:
Livro emprestado pela minha irmã. Penso que, com este, já li os 10 livros da autora editados em Portugal (até ao momento). Engraçado como não tinha noção como tinha lido 10 livros da Torey.
Também não tinha noção que demorei tanto tempo para ler este livro. Eu sei que o facto de ter lido outro ao mesmo tempo, não ajudou a que eu tivesse lido mais rápido...
Acho que foi importante para mim ter ficado alguns anos sem ler nada da Torey Hayden, pois considero que serviu para fazer as "pazes" com a autora. É que, se formos a ver bem, dava sempre 5 estrelas nos primeiros livros, depois comecei a baixar a classificação, até dar 1 e 2 estrelas...
Sabia que os livros eram antigos, mas só com este livro refleti que são dos anos 80!


Sinopse:
"Após um período de afastamento do ensino, Torey Hayden vê-se novamente responsável por uma turma de crianças com necessidades especiais. 
Torey Hayden dispensa apresentações. Uma talentosa criadora e gestora de afectos, Hayden descreve dramaticamente as dificuldades e alegrias ao trabalhar com um pequeno grupo de crianças emocionalmente fragilizadas. Neste livro, porém, a protagonista é a mãe de uma criança, Ladbrook, uma senhora muito bonita, sedutora e elegante, mas com problemas com o álcool. Ela só quer ser mais uma paciente sob a guarda de Hayden que tem a seu cargo, desde o início do ano lectivo crianças com graves distúrbios emocionais. Desta vez o grupo é constituído por três crianças da Irlanda do Norte, profundamente traumatizadas pela guerra; Dirkie, um menino de onze anos que nunca vivera fora de um lar; Mariana, uma menina de oito anos muito susceptível, agressiva e sexualmente precoce, e Leslie uma menina de sete anos que não fala e não reage ao que a rodeia. Mais um livro comovente onde a força dos afectos se evidencia."

sábado, 24 de junho de 2017

O que comer quando está grávida


Autor: Rana Conway
Ano: 2009
Editora: Publicações Europa-América
Número de páginas: 162

Lido entre 23/05/2017 e 16/06/2017 (25 dias)
Classificação: 3/5


Opinião:
Li este livro porque estou grávida! :D Foi-me emprestado pela minha cunhada. 
Não é propriamente um livro interessante de ser lido, que motive a ler, mas penso que é bastante útil. Li mais de metade do livro num só dia, quando queria mesmo terminá-lo para ler outro.
Está dividido em vários capítulos, sendo que o mais interessante foi uma pequena "lista" sobre alimentos, em que explica os que devemos ou não devemos comer. Como estão ordenados por ordem alfabética, é fácil para consultar. Tem outros capítulos como a amamentação ou a preparação para uma nova gravidez. 
Comecei a ler logo quando o recebi, mesmo estando a ler outro livro ao mesmo tempo. Acho que, em toda a minha vida, esta foi a segunda vez que fiz isso, de ler dois ao mesmo tempo! Mas teve que ser porque as dúvidas são agora e não fazia sentido ler daqui a algum tempo.


Sinopse:
"A gravidez é um período fantástico, cheio de novidades e de alegrias, mas também pode ser um período cheio de preocupações. É importante saber que o que come e bebe condicionará o desenvolvimento e crescimento do seu bebé. Mas para muitas de nós não é fácil saber exactamente em que consiste esta atitude saudável.
Por isso, o que comer? O que deve evitar? E, caso exista um risco subjacente a determinados alimentos, qual é precisamente esse risco e quais as suas dimensões? Quais são os nutrientes de que um bebé em crescimento precisa e o que deve comer para fazer face a essas necessidades nutricionais? Precisa de tomar suplementos e, em caso positivo, quais deve tomar?
Este pequeno livro cheio de conselhos úteis é a sua salvação, uma vez que lhe oferece uma lista detalhada dos alimentos que deve evitar. Assim, este livro inclui:
- um guia de alimentos e bebidas de A a Z, de fácil consulta;
- linhas de orientação detalhadas relativas ao álcool e à cafeína;
- conselhos para as futuras mães vegetarianas e para as mulheres que têm dietas específicas;
- as mais recentes descobertas da investigação sobre alimentos que condicionam o desenvolvimento de um bebé, incluindo os riscos de alergias.
Além do mais, ficará a saber:
- como conseguir um peso saudável e como o perder gradualmente após a gravidez;
- o que deve ou não comer durante o período de amamentação."

terça-feira, 6 de junho de 2017

Simplifique a sua vida


Autor: Elaine St. James
Ano: 1994
Editora: Sinais de fogo

Lido entre 08/05/2017 e 18/05/2017 (11 dias)
Classificação: 2/5


Opinião:
Livro emprestado pela minha irmã. Confesso que estava à espera de ser mais interessante. 
O livro já é um bocado antigo (é dos anos 90) e notei logo isso a propósito de alguns conselhos que dava.
Está dividido em capítulos que vão desde simplificar o estilo de vida, aspetos da saúde, vida pessoal, emprego, etc. 
Penso que a única coisa que o livro tem de interessante é fazer refletir sobre o assunto, porque, de resto, julgo que acabo por não aproveitar a maioria das sugestões que dá.


Sinopse:
"A VIDA ESTÁ MUITO COMPLICADA e parece não haver nada a fazer que não seja completamente radical. Ou talvez haja... 
Experimente pegar neste livro e lê-lo com calma, um capítulo de cada vez. 
Passo a passo, ao longo de vários capítulos que abrangem as nossas "tralhas", as nossas casas e a sua manutenção, a carreira, a saúde, as finanças e outros assuntos do foro pessoal, Elaine St James oferece-nos dicas muito práticas no caminho de um estilo de vida simples. 
Experimente... "

sábado, 20 de maio de 2017

Compaixão


Autor: Jodi Picoult
Ano: 1996
Editora: Civilização

Lido entre 08/04/2017 e 05/05/2017 (28 dias)
Classificação: 4/5


Opinião:
Livro emprestado pela minha irmã mais velha. Há uns anos tínhamos sido nós a dar-lhe este livro no aniversário dela.
Penso que este foi dos livros da Jodi Picoult que demorei mais tempo a ler. Apesar de ter gostado, não me senti muito motivada a ler, não sei bem porquê.
Este livro não aborda só a questão da eutanásia, mas também a questão do adultério. 
E o curioso, que acontece sempre nos livros da Jodi, é que durante a maior parte do livro parecem ser duas histórias separadas (uma principal e uma secundária) e há uma determinada altura em que as duas se unem. Gosto disso.


Sinopse:
"Se o amor da sua vida lhe pedisse ajuda para morrer, que faria? O comandante da polícia de uma pequena cidade de Massachusetts, Cameron McDonald, faz a detenção mais difícil da sua vida quando o seu primo Jamie lhe confessa ter matado a mulher, que sofria de uma doença terminal, por compaixão. Agora, um intenso julgamento por homicídio coloca a cidade em alvoroço e vem perturbar um casamento estável: Cameron, colaborando na acusação contra Jamie, vê-se, de repente, em confronto com a sua mulher, Allie – fascinada pela ideia de um homem amar tanto a mulher a ponto de lhe conceder todos os desejos, até mesmo o de acabar com a vida dela. E quando uma atracção inexplicável leva a uma traição chocante, Allie vê-se confrontada com as questões sentimentais mais difíceis: quando é que o amor ultrapassa os limites da obrigação moral? E o que é que significa amar verdadeiramente alguém?"

sexta-feira, 14 de abril de 2017

O sol bailou ao meio-dia - A criação de Fátima


Autor: Luís Filipe Torgal
Ano: 2011
Editora: Tinta-da-china

Lido entre 20/03/2017 e 03/04/2017 (15 dias)
Classificação: 2/5


Opinião:
Este foi um livro que alguém deu/emprestou à minha irmã mais nova, e que ela (sem ler) emprestou à minha mãe e que ela (sem ler também) me emprestou a mim.
Confesso que não achei grande piada e por isso demorei muito tempo a ler, pois não me sentia muito motivada a lê-lo.
Trata-se de uma tese de mestrado (se não estou em erro), provavelmente um pouco adaptada para ser um livro. Aborda e contextualiza a sociedade no momento das aparições de Fátima, e nos anos seguintes, por exemplo nos anos 30 que foram tão importantes para o crescimento da crença em Fátima. A contextualização é efetuada tendo em conta os planos político, económico e social. 
Um grande ponto a favor é que senti imparcialidade do autor. Senti que fez uma grande pesquisa bibliográfica (uma lista extensa de livros, quer em português, francês e inglês), para além de diversos jornais e revistas, fazendo uma comparação com as aparições de Lourdes. O autor apresentava, por exemplo, uma lista enorme de pessoas que estiveram presentes em determinada ocasião (já não me recordo do que era). Numa parte final, são apresentados diversos anexos de textos e recortes de jornais da altura. E aqui, mais uma vez, há textos contra e textos a favor. O autor não quis dar a sua opinião mas apenas mostrar, apresentar, informar.
Aqui há uns tempos ouvi um programa sobre um livro relativo às Aparições de Fátima e fiquei um bocado desiludida com o programa e o livro porque era tudo a dizer mal, a criticar. Estava à espera de algo mais imparcial, de mostrar os dois lados, coisa que senti com este livro!


Sinopse:
"A separação da Igreja e do Estado, as aparições de Fátima e a sua instrumentalização pela Igreja Católica, As aparições de Fátima (1917) ocorreram num dos momentos económicos, sociais e políticos mais difíceis e mais dramáticos da História de Portugal, que bem podia sistematizar-se na trilogia do caos: «fome, peste e guerra». Nesse período, mas, sobretudo, anos antes, havia-se registado uma grande ofensiva dos governos republicanos em defesa da laicização do Estado e da secularização da sociedade, que acabou por restringir como nunca os privilégios e as liberdades da Igreja Católica. Rebentou a Primeira Guerra Mundial, onde Portugal teve uma participação controversa e trágica. Estoiraram motins e rebeliões. Proliferaram epidemias agudas de tifo e varíola e eclodiu depois a pandemia da «gripe pneumónica». Acentuou-se a crise económica e financeira, que gerou inflação galopante, falta de víveres essenciais, racionamento, pobreza, miséria e fome. Nesta conjuntura de extrema adversidade, surgiu, na Cova da Iria, um culto popular espontâneo que logo se propagou num país católico, rural, analfabeto e dado a superstições e a devoções messiânicas. Um culto popular que — como este livro pretende demonstrar — a Igreja Católica desde muito cedo estimulou, disciplinou, enquadrou ideologicamente e apresentou, com grande sucesso, a Portugal e ao Mundo."

quarta-feira, 12 de abril de 2017

A Beautiful Mind


Nome em português: Uma mente brilhante
Ano: 2001
Género: Biografia, Drama
Realização: Ron Howard
Argumento: Sylvia Nasar (livro) Akiva Goldsman
Elenco: Russell Crowe (como John Nash), Ed Harris (como Parcher), Jennifer Connelly (como Alicia Nash)


Opinião:
Minha classificação: 5/10. Filme visto no ano letivo 2007/2008, se calhar em junho. Como nunca escrevi aqui no blog sobre este filme, resolvi atualizar isso agora. 
Este filme é baseado numa pessoa real, um matemático com esquizofrenia. Acho que se o filme não tivesse algumas partes tão assustadoras, que eu até era capaz de ter gostado.
Achei engraçado na wikipédia dizer que esteve casado com Alicia Nash de 1957 a 1963 (6 anos), tivessem estado 38 anos separados e voltassem a casar em 2001, ficando casados até 2015 (ano da morte de John Nash), ou seja, 14 anos.
O filme ganhou 4 Óscares: Melhor filme, Melhor atriz secundária, Melhor realizador e Melhor argumento adaptado.


Sinopse:
"John Nash é um génio da matemática que, aos 21 anos, formulou um teorema que provou a sua genialidade e o tornou aclamado no meio onde atuava. Mas aos poucos o belo e arrogante Nash transforma-se num sofrido e atormentado homem, a quem lhe chega a ser diagnosticado como esquizofrénico pelos médicos que o tratam. Porém, após anos de luta para se recuperar, consegue voltar à sociedade e acaba sendo premiado com o Nobel."


Trailer:


segunda-feira, 10 de abril de 2017

sábado, 8 de abril de 2017

Chocolat



Nome em português: Chocolate
Ano: 2000
Género: Drama, Romance
Realização: Lasse Hallström
Argumento: Joanne Harris (livro), Robert Nelson Jacobs
Elenco: Juliette Binoche (como Vianne Rocher), Judi Dench (como Armande Voizin), Alfred Molina (como Comte de Reynaud), Johnny Depp (como Roux)


Opinião:
Minha classificação: 7/10. Filme visto em 13.09.2007, requisitado da biblioteca.
Já tinha lido o livro antes, e resolvi ver o filme. Não me lembro muito bem, mas sei que gostei.


Sinopse:
"Vianne Rocher, uma jovem mãe solteira, e sua filha de seis anos resolvem mudar-se para uma cidade rural da França. Lá decidem abrir uma loja de chocolates que funciona todos os dias da semana, bem em frente à igreja local, o que atrai a certeza da população de que o negócio não vá durar muito tempo. Porém, aos poucos Vianne consegue persuadir os moradores da cidade em que agora vive a desfrutar seus deliciosos produtos, transformando o ceticismo inicial em uma calorosa recepção."



Trailer:

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Le fabuleux destin d'Amélie Poulain


Nome em português: O fabuloso destino de Amélie
Ano: 2001
Género: Comédia, Romance
Realização: Jean-Pierre Jeunet
Argumento: Guillaume Laurant
Elenco: Audrey Tautou (como Amélie Poulain), Mathieu Kassovitz (como Nino Quincampoix), Rufus (como Raphaël Poulain)


Opinião:
Minha classificação: 9/10. Filme visto em 2007, se calhar em setembro.
Para mim, este filme marca o início de uma nova fase da minha vida! Considero que foi o 1.º filme que eu vi a sério, de livre e espontânea vontade, porque realmente quis. 
A motivação inicial foi porque o Zé Nuno gostava. E se ele gostava, eu queria vê-lo. :p E, por isso, requisitei-o da biblioteca e vi no portátil da minha irmã mais velha, no quarto dela. Que saudades! Lembro-me tão bem desta situação! É tão curioso como às vezes decoramos determinadas coisas...
Adoro a banda sonora e já cheguei a colocá-la várias vezes nas aulas enquanto os miúdos trabalham.


Sinopse:
"Amélie viu o seu peixinho desaparecer num lago municipal, a sua mãe morrer no átrio de Notre-Dame e o pai transferir todo o seu afecto para um anãozinho de jardim. Amélie cresce e arranja emprego em Montmartre como empregada de um bar explorado por uma antiga bailarina equestre. Amélie leva uma vida simples. Diverte-se a partir a crosta do leite creme, a atirar pedrinhas ao Sena, a observar as pessoas e a deixar correr a imaginação. Aos vinte e dois anos dá-se um golpe de teatro e Amélie descobre um objectivo na vida : melhorar a vida dos outros. Inventa então toda uma série de estratagemas para intervir incognitamente na existência de várias pessoas à sua volta. Entre elas, a porteira, que passa os dias a beberricar Porto num tête-à-tête com o seu cãozinho embalsamado; Georgette, a balconista hipocondríaca; ou o “homem de vidro”, o vizinho que só vive através de uma reprodução de Renoir. A missão de Amélie é subitamente perturbada pelo aparecimento de Nino Quincampoix, um jovem estranho. Empregado a meio tempo num comboio fantasma e numa sex-shop, Nino colecciona fotografias abandonadas nas máquinas de photomaton. Amélie sente-se fascinada por Nino, mas prefere jogar ao gato e ao rato com ele, em vez de revelar abertamente os seus sentimentos. Após várias tentativas frustradas, acaba por desistir. Felizmente, “o homem de vidro”, perito em isolar-se dos outros, retribui-lhe a atenção prestada, atirando-a para os braços de Nino."

Trailer:

terça-feira, 4 de abril de 2017

Lost in Translation


Nome em português: O amor é um lugar estranho
Ano: 2004
Género: Drama
Realização: Sofia Coppola
Argumento: Sofia Coppola
Elenco: Bill Murray (como Bob Harris), Scarlett Johansson (como Charlotte), Giovanni Ribisi (como John)


Opinião: 
Minha classificação: 4/10. Filme visto no ano letivo 2007/2008, mas acabei por nunca escrever aqui sobre esse filme.
Vi-o no computador, na Póvoa, quando nenhuma das minhas irmãs estava em casa. Estava nos DVDs da minha irmã.
Lembro-me que não gostei muito e nunca percebi porque é que as pessoas falam sempre muito bem deste filme. No imdb está com nota de 7,8. E ganhou o Óscar de Melhor Argumento Original. Não percebo mesmo...


Resumo:
"Filme norte-americano escrito e realizado em 2003 por Sofia Coppola, que mistura a comédia e o drama. Intitulado originalmente Lost in Translation , foi interpretado por Bill Murray, Scarlett Johansson, Giovanni Ribisi, Anna Faris e Fumihiro Hayashi. O argumento centra-se na amizade que nasce entre dois americanos enquanto se encontram por alguns dias em Tóquio. 
Bob Harris (Bill Murray) é um ator muito conhecido que se encontra em Tóquio para filmar um anúncio a um uísque. Sentindo na pele o enorme choque cultural, que acentua a sua crise de meia-idade, Bob passa quase todo o seu tempo livre no hotel em que está hospedado. Vai ser na sequência de uma insónia que, no bar do hotel, conhece Charlotte (Scarlett Johansson), uma mulher bastante mais nova, casada com John (Giovanni Ribisi), um fotógrafo bem-sucedido que tem um trabalho na cidade e que a deixa a maior parte do tempo sozinha. Para além de partilharem um certo aborrecimento e confusão com os hábitos japoneses, Bob e Charlotte comungam também uma crescente insatisfação com as suas vidas. Bob sabe que a chama do seu casamento já se extinguiu e está desiludido com a sua carreira. Charlotte repara no quanto o seu marido mudou em dois anos de casamento e, ao mesmo tempo, sente-se incapaz de iniciar uma carreira. Rapidamente, os dois transformam-se em cúmplices, amigos e, à medida que vão explorando a cidade e passando por momentos únicos juntos, vão sentindo talvez algo mais um pelo outro. 
Filmado inteiramente no Japão pela filha do famoso Francis Ford Coppola, O Amor é um Lugar Estranho não se inscreve num género específico, deambulando sempre entre as ambiências de maior tristeza e as mais hilariantes sequências cómicas, contendo nessa dicotomia uma multiplicidade de emoções e sensibilidades. Para este resultado, são fundamentais as magníficas interpretações dos dois atores principais. Ambos equilibram de forma notável a tristeza, a inteligência, a vulnerabilidade e o sentido de humor (ora cáustico, ora terno). A relação entre eles, fruto das circunstâncias e do espaço estranho que temporariamente partilham, torna-se platónica, mas o filme acaba por deixar na ambiguidade o sentimento que realmente os atravessa. 
Venceu o Óscar para o Melhor Argumento Original, tendo obtido três outras nomeações (Melhor Filme, Realizador e Ator Principal). Venceu ainda três Globos de Ouro: Melhor Filme Musical ou Comédia, Melhor Argumento e Melhor Ator em Musical ou Comédia (Bill Murray)." (retirado daqui)


Trailer:

domingo, 2 de abril de 2017

The Edge of Seventeen


Nome em português: Quase 18
Ano: 2016 (ainda não estreou em Portugal)
Género: Comédia, Drama
Realização: Kelly Fremon Craig
Argumento: Kelly Fremon Craig
Elenco: Hailee Steinfeld (como Nadine), Haley Lu Richardson (como Krista), Blake Jenner (como Darian)


Opinião:
Minha classificação: 8/10. Visto em 25.03.2017.
Vi este filme por acaso. Não o conhecia, nem sequer estreou em Portugal (ainda).
Comecei por não gostar muito, pois estava a fazer lembrar-me tempos do 3.º ciclo e secundário que foram épocas de que tenho muitas más recordações, por exemplo com as inseguranças próprias da adolescência.
No entanto, o filme começou a ficar mais interessante e acabei por gostar bastante. É daqueles filmes que eu gostaria de mostrar a grupos de adolescentes, se desse catequese a grupos do 10.º ano, por exemplo, por causa da mensagem que tem a transmitir. Numa das sinopses que li recomendava para maiores de 14 anos.
Fiquei a pensar nos emails que recebia, há uns anos atrás, com "ensinamentos" de gente mais velha, e que eu não ligava muito. Agora, sou capaz de perceber alguns deles e de até ensiná-los a outras pessoas. Por exemplo, dizermos que é importantes sermos "nós mesmos" é uma frase super batida, que está em todos os filmes de animação. Mas na realidade é importante isso mesmo! E neste filme, para além de outras coisas, tinha essa mensagem a ser transmitida.


Sinopse:
Crescer não é nada fácil para alguns, como para Nadine, uma estudante que está a enfrentar uma situação difícil  desde que sua melhor amiga, Krista, começou a namorar com o seu irmão mais velho, Darian. Nadine sente-se mais sozinha do que nunca, pelo menos até começar uma amizade com um jovem atencioso. No entanto, a Nadine está interessada num outro rapaz, com quem acaba por não ser ela mesma.


Trailer:

quinta-feira, 30 de março de 2017

Genius


Nome em português: Um editor de génios
Ano: 2016
Género: Biografia, Drama
Realização: Michael Grandage
Argumento: A. Scott Berg (livro), John Logan
Elenco: Colin Firth (como Max Perkins), Jude Law (como Thomas Wolfe), Nicole Kidman (como Aline Bernstein), Laura Linney (como Louise Saunders)


Opinião:
Minha classificação: 4/10. Filme visto em 22.02.2017.
Como se pode ver na minha classificação, não gostei muito do filme...
Uma coisa interessante que aprendi no filme foi que este editor descobriu alguns nomes importantes na literatura, mas... como ele estava sempre a cortar páginas e páginas de descrições que achava desnecessárias, se todos os editores tivessem sido assim, o que seria do "Guerra e Paz" de Tolstói ou "Os Miseráveis" de Victor Hugo, com mais de 1000 páginas, que se revelaram grandes best-sellers?


Sinopse:
"Biografia de Max Perkins, um dos editores literários mais famosos do mundo. Apostando em jovens talentos, ele descobriu nomes fundamentais da literatura como F. Scott Fitzgerald, Ernest Hemingway e Thomas Wolfe. O filme acompanha a vida pessoal e Perkins e sua relação complicada com os escritores, cujas obras foram fortemente influenciadas pelo trabalho do editor."


Trailer:

sexta-feira, 24 de março de 2017

Tudo tem o seu tempo


Autor: Ana Maria Magalhães
Ano: 2012
Editora: Caminho
Número de páginas: 433

Lido entre 02/03/2017 e 16/03/2017 (15 dias)
Classificação: 2/5


Opinião:
Livro dado pela Angélica. Supostamente demorei 15 dias a lê-lo, mas na realidade li praticamente todo em dois dias. 
Para quem conhece os locais ou as pessoas mencionados no livro, este deverá ser bem mais interessante do que para pessoas como eu que não conhecem nem as pessoas nem os locais. Apesar de ter algumas histórias engraçadas e outras interessantes, penso que não terão sido suficientes para dar uma classificação mais elevada ao livro.
Gostei do tipo de escrita, e achei engraçado o facto da autora ir já deixando algumas histórias para contar num segundo volume. É que deve ter percebido que o livro já ia bastante longo.


Sinopse:
«Pertenço a uma enorme família, cheia de curiosas ramificações. Cresci num ambiente singular. Transporto comigo histórias engraçadas que merecem um registo. Tenho uma dívida de gratidão para com todos os que por vontade expressa ou por acaso converteram a minha infância e juventude no tesouro que ninguém me pode roubar. Quando senti necessidade de deixar um testemunho aos filhos e aos netos, fiz apelo à memória retrospetiva apoiada nas agendas onde anoto o meu dia a dia desde criança e procurei parentes que não via há muito a fim de preencher lacunas e pedir fotografias. Esses encontros, bem agradáveis, proporcionaram-me descobertas que ampliaram o projeto e obrigaram à leitura de papelada coberta de pó no fundo das gavetas. Tirei dúvidas, aprofundei as relações com o passado, escolhi o que me pareceu mais significativo e esclarecedor.»
Ana Maria Magalhães

sábado, 4 de março de 2017

Sully


Nome em português: Milagre no Rio Hudson
Ano: 8 de setembro de 2016
Género: Biografia, Drama
Realização: Clint Eastwood
Argumento: Chesley Sullenberger (livro), Todd Komarnicki
Elenco: Tom Hanks (como Chesley 'Sully' Sullenberger), Aaron Eckhart (como Jeff Skiles), Laura Linney (como Lorraine Sullenberger)


Opinião:
Minha classificação: 9/10. Visto em 16.02.2017.
Já tinha ouvido falar imenso deste filme, inclusive na Prova Oral. Estava super curiosa de vê-lo. Se tivesse visto o trailer antes de ver o filme, se calhar iria achar tudo muito assustador e teria desistido da ideia. Ainda bem que não vi o trailer antes!
Gostei imenso do filme! Foi extremamente interessante ver toda a parte do interrogatório, das pesquisas, das simulações do que aconteceria caso o Sully tivesse ido aterrar nos aeroportos mais próximos. Teria conseguido como eles diziam nas investigações? E nas simulações, os pilotos tinham treinado 17 vezes e já estavam prevenidos que era para ir aterrar nos aeroportos mais próximos, isto é, não foram tomados de surpresa como ele.
Muito bom mesmo!


Sinopse:
"15 de janeiro de 2009. Logo após descolar do aeroporto de La Guardia, em Nova York, um bando de pássaros atinge as turbinas do avião pilotado por Chesley "Sully" Sullenberger. Com o avião seriamente danificado, Sully não vê outra alternativa senão fazer uma aterragem forçada em pleno rio Hudson. A iniciativa é bem sucedida, com todos os passageiros a bordo sendo salvos. Tal situação logo transforma Sully num grande herói nacional, o que não o isenta de enfrentar um rigoroso julgamento interno coordenado pela agência de regulação aérea nos Estados Unidos."


Trailer:


quinta-feira, 2 de março de 2017

Under the Tuscan Sun


Nome em português: Sob o sol da Toscana
Ano: 2004 (em Portugal)
Género: Comédia, Drama, Romance
Realização: Audrey Wells
Argumento: Audrey Wells, Frances Mayes (livro)
Elenco: Diane Lane (como Frances), Raoul Bova (como Marcello), Sandra Oh (como Patti)


Opinião:
Minha classificação: 4/10.
Vi com o Sam no dia dos namorados (14.02.2017), na televisão. Achei um filme longo (1h53min) e um bocado parado. Penso que o Sam gostou mais do que eu. É um daqueles filmes simples, tranquilos, em que tudo termina bem.


Sinopse:
"Frances Mayes é uma escritora que leva uma vida feliz em São Francisco, até que se divorcia de seu marido. Triste e deprimida, decide mudar radicalmente de vida e compra uma mansão na Toscana, para descansar e poder terminar em paz o seu novo livro. Porém enquanto ela cuida das obras da sua nova casa, acaba conhecendo um novo homem que reacende sua paixão."


Trailer:

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

A fuga


Autor: Heleen van Royen
Ano: 2007
Editora: Caderno
Número de páginas: 320

Lido entre 17/02/2017 e 20/02/2017 (4 dias)
Classificação: 4/5


Opinião:
Livro ganho num passatempo há cerca de 2 anos. 
Desde que selecionei o livro para ser o seguinte a ser lido, até ao momento em que efetivamente comecei a lê-lo passou uma semana. A capa não motiva muito a leitura, assim como a sinopse. Se calhar até foi importante a semana de pausa de leituras. Andava a ler "muitos" livros e muito mais rápido do que o normal. Às vezes sinto falta de uns dias de "descanso" das leituras, por forma a poder assimilar algumas das histórias.
Este livro prendeu-me mesmo. Estive sempre a pensar em arranjar mais um bocadinho para ler. E várias vezes li 2h de uma vez, que passaram num instante. 
Em relação ao final, não estava à espera de outra coisa. Mas, em relação a alguns aspetos, gostaria que algumas coisas tivessem sido melhor explicadas. Não gosto muito dos livros que terminam com "meias palavras" para "bom entendedor"...



Sinopse:
"Júlia está farta. Tem 36 anos e vive encurralada na rotina diária da vida familiar. Apetece-lhe largar tudo. Fugir. Por uma vez não quer ser uma boa mãe, uma boa esposa, uma boa filha. Pela primeira vez, faz uma coisa completamente irresponsável: abandona o marido e os seus dois filhos e parte em busca do sol. A presença do seu irmão mais novo, Jimmy, falecido há muito, acompanha-a em espírito apesar de não ter sido convidado. Ele persegue a irmã, lembrando-lhe velhas promessas não cumpridas. 
Apesar das dificuldades iniciais, Júlia acaba por apreciar a sua recém adquirida liberdade. Tem aventuras selvagens, faz uma cirurgia plástica e acaba nos braços de Romeo, um empresário americano que a obriga a olhar para si própria e lhe faz a pergunta crucial: atrever-se-á ela a voltar para casa?"

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

A força do desejo


Autor: Jess Michaels
Ano: 2012
Editora: Quinta Essência
Número de páginas: 225

Lido entre 07/02/2017 e 09/02/2017 (3 dias)
Classificação: 2/5


Opinião:
Livro oferecido pela Angélica há uns anos atrás. Já tinha lido anteriormente um livro do género erótico e não tinha achado nada de especial. Este livro veio comprovar que este género não me motiva muito porque é tudo muito previsível. Metade do livro (ou mais) é com descrições detalhadas de sexo. Há um enredo, obviamente, mas este acaba por não ser importante, tendo em conta o estilo do livro.


Sinopse:
Ao entrar na sua sétima temporada sem namorado, Beatrice Albright começa a entender que a sua beleza não compensa a sua personalidade irritável. Na qualidade de mulher desesperada que ninguém deseja, tem de procurar um homem com quem nenhuma outra pessoa casará: o desprezado e misterioso marquês Highcroft, Gareth Berenger. 
Correm boatos de que ele é um assassino, mas Beatrice tem mais receio de ficar uma velha solteirona na companhia da mãe, do que da obscura reputação de Berenger. Contudo, embora se sinta intrigado pela sedutora proposta da jovem, também ele tem uma proposta a fazer. Dotado de gostos particulares, não casará com nenhuma mulher incapaz de os satisfazer. A sua noiva tem de ser aventureira, sem medo de nada e ansiosa por experimentar todas as paixões e prazeres imaginários, por mais chocantes e proibidos que possam parecer. Se Beatrice concordar em tentar a experiência - se conseguir eliminar todas as suas inibições - os dois casarão. 
Por conseguinte, os dados estão lançados enquanto Beatrice e Gareth embarcam num percurso erótico onde o perigo os espreita a cada curva, rumo a um mundo de êxtase, onde nada é proibido… nada é negado. 

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Pedro Abrunhosa e Joana Morais - Pontes entre nós






Eu tenho o tempo,
Tu tens o chão,
Tens as palavras
Entre a luz e a escuridão.
Eu tenho a noite,
E tu tens a dor,
Tens o silêncio
Que por dentro sei de cor.

E eu, e tu,
Perdidos e sós,
Amantes distantes,
Que nunca caiam as pontes entre nós.

Eu tenho o medo,
Tu tens a paz,
Tens a loucura que a manhã ainda te traz.
Eu tenho a terra,
Tu tens as mãos,
Tens o desejo que bata em nós um coração.

E eu, e tu,
Perdidos e sós,
Amantes distantes,
Que nunca caiam as pontes entre nós.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Livros de Eça de Queirós

A propósito desta última obra de Eça de Queirós que li, e por forma a controlar melhor as minhas leituras, gostaria de colocar aqui a listagem de todos os livros publicados, com link para a minha opinião sobre cada um. Nalguns casos não há opinião, porque os livros já foram lidos há muito tempo, quando eu ainda não tinha blog, ou durante o blog anterior.
O curioso é o facto de não haver um consenso entre as datas de publicação dos livros, assim como se as obras são póstumas ou não... Pensava que não haveria dúvidas em relação a isso... Por isso, vou seguir-me pela listagem que uma vez encontrei. É de notar que Eça morreu em 1900.


- O Mistério da Estrada de Sintra (1870 no Diário de Notícias) 1885 - classificação: 2/5
- O Crime do Padre Amaro (1875, versão definitiva em 1880) 1889 - classificação: 5/5
O Primo Basílio (1878) - classificação: 4/5
O Mandarim (1880) 1889 - classificação: 3/5
- A Relíquia (1887) 1891 - classificação: 1/5
- Os Maias (1888) - classificação: 4/5
Uma Campanha Alegre (1890-91)
A Ilustre Casa de Ramires (1900) - classificação: 1/5
A Correspondência de Fradique Mendes (1845-1900)
A Cidade e as Serras (1901) 1900 - classificação: 2/5
Contos (1902)
Prosas Bárbaras (1903)
Cartas de Inglaterra (1905)
Ecos de Paris (1905)
Cartas Familiares (1907)
Bilhetes de Paris (1907)
Notas Contemporâneas (1909)
Últimas Páginas (1912)
- A Capital (1925) - classificação: 3/5
O Conde de Abranhos (1925)
O Egipto (1926)
Cartas Inéditas de Fradique Mendes (1929)
Páginas Esquecidas (1929)
Eça de Queirós entre os seus - Cartas Íntimas (1949)
Folhas Soltas (1966)
- A Tragédia da Rua das Flores (1980) - classificação: 4/5
Dicionário de Milagres
Lendas de Santos


E as obras agrupadas por classificação:
5 estrelas:
O Crime do Padre Amaro

4 estrelas:
O Primo Basílio
Os Maias
A Tragédia da Rua das Flores

3 estrelas:
O Mandarim
A Capital

2 estrelas:
O Mistério da Estrada de Sintra
A Cidade e as Serras

1 estrela:
A Relíquia
A Ilustre Casa de Ramires