quinta-feira, 16 de novembro de 2017

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Livro de reclamações das crianças


Autor: Eduardo Sá
Ano: 2007
Editora: Oficina do livro
Número de páginas: 103

Lido a 04/09/2017 (1 dia)
Classificação: 2/5


Opinião:
Livro conseguido através da Bolsa de Trocas. Eu nem conhecia este livro, mas como a minha irmã tinha na wishlist dela, pedi-o para que ela tivesse oportunidade de ler. Fiquei mesmo desiludida!
Durante vários anos, ouvia o programa de rádio (de 2 ou 3 minutos) que o Eduardo Sá tinha com a Isabel Stilwell. Apesar de achar que, no fundo, no fundo, se espremermos o que o Eduardo Sá diz, pouco ou nada sai, eu gostava de ouvir o programa. E a prova disso é que ouvi durante uma série de anos.
Quando morava em Lisboa ia ler livros para a Fnac. Apesar dos títulos dos livros deste psicólogo serem todos muito interessantes e apelativos, começava por ler algumas páginas (às vezes meio livro) e acabava por desistir. Se calhar a falha até é minha e eu é que não consigo captar a profundidade do que ele diz e escreve. 
O que é certo é que não consegui retirar nada deste livro que li. Que, diga-se de passagem, o facto de ter demorado apenas 15 minutos a lê-lo, mostra bem como se calhar não tem ali grande coisa escrita...


Sinopse:
"Os pais são a entidade reguladora das reclamações das crianças. São, digamos assim, rezingões como elas. Tão depressa são os “donos da bola” dos caprichos como os mais habilidosos “números 10” da pieguice e da lamúria. Os pais são o rei leão, quando se trata de proteger, ou um bambi carinhoso, quando um filho os aninha num abraço. E imaginam que o mundo das crianças seria mais fácil se alguém as equipasse com um manual de instruções. Mal sabem os pais o que as crianças (mesmo as mais pequeninas) são capazes de dizer sobre as pessoas crescidas. 

Neste livro só lhe damos o mapa do tesouro. Logo que o sinta, por entre as palavras das crianças, faça o favor de o procurar pelos seus dedos. No espaço que vai entre os olhos dos seus filhos e o seu coração. 

“Um adulto é uma pessoa que trabalha para comprar um carro todo equipado. De resto, é uma pessoa igual às outras.”- Luís, 10 anos 

“Os adultos dizem para nós não gritarmos mas, depois, são eles que gritam. Às vezes, a minha mãe diz: «João, não grites que me dói a cabeça!» e depois chama-me «JOOÃÃÃÃÃÃOOOOO».- João, 10 anos 

“Eu acho que os adultos, às vezes, vivem muito separados uns dos outros.”- Inês, 10 anos "

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Pediatra para todos


Autor: Hugo Rodrigues
Ano: 2014
Editora: Verso de Kapa
Número de páginas: 188

Lido entre 03/09/2017 e 04/09/2017 (2 dias)
Classificação: 4/5


Opinião:
De vários livros emprestados pela Angélica, este ficou para o fim porque me pareceu o menos interessante. Na realidade enganei-me porque senti-me mesmo motivada a ler. E a prova disso é que o li em cerca de 24h. O autor dizia logo no início que era essencialmente um livro de consulta (e é!) e que obviamente não deveria ser lido como um romance. Eu li-o como romance e gostei bastante. :)
Gostei de praticamente tudo e fiquei com pena do livro não ser meu e de ter de o devolver.
Tem um primeiro capítulo da preparação das coisas para a maternidade (o que é realmente necessário no enxoval do bebé, como escolher o carrinho do bebé), depois os primeiros tempos do bebé (lavar a roupa, os cremes, o banho do bebé, a chupeta). De seguida faz uma pequena abordagem sobre os acidentes mais frequentes nos primeiros meses, assim como outras questões (ver televisão, entrada na creche, usar protetor solar). O segundo capítulo é sobre a alimentação (leite materno, água, leites em pó, fruta, introdução de novos alimentos). O terceiro capítulo é o mais longo e tem a ver com as doenças. Aqui é mesmo para consulta, pois só faz sentido ir pesquisar alguma coisa caso se verifiquem alguns sintomas. O último capítulo é o mais engraçado sobre os mitos da cultura popular. Já a gravidez está carregada de mitos e a infância não é exceção. Confesso que não concordo com a ideia que as correntes de ar não constipam (eu já fiquei constipada assim) ou igualmente o andar descalço (basta eu ter os pés frios para ficar logo doente). De resto, concordei com todas outras opiniões sobre a desmistificação dos mitos.
Um livro mesmo muito interessante!


Sinopse:
"Não há altura na vida em que a insegurança seja maior do que quando se tem um filho. Por isso, se alguém me perguntar qual é a maior preocupação dos pais, acho que a resposta é o medo de errar. Assim, torna-se útil recorrer a uma ajuda externa e por isso hoje em dia ser pediatra vai muito para além de ser apenas um bom tratador de doenças. O objetivo não é o de substituir os pais, mas estar disponível para dar algumas orientações e antecipar alguns dos problemas que possam surgir. 
É com essa finalidade que surge este livro… Não pretendo substituir a observação médica, mas antes tentar transmitir alguns conceitos que me parecem fundamentais. 
No primeiro capítulo vai encontrar uma série de respostas às perguntas mais frequentes que me colocam nas consultas. 
O segundo capítulo é dedicado à alimentação, uma área em que a diversidade de opiniões é muito grande. Procurei reunir as orientações das principais sociedades pediátricas internacionais e transmiti-las de uma forma simples e prática. 
No terceiro capítulo abordo alguns dos sintomas mais frequentes e, acima de tudo, quais os sinais de alerta para cada situação. 
Por fim, vai encontrar um resumo das doenças mais comuns em pediatria, e as diferentes opções de tratamento. 
O último capítulo está reservado para os "Mitos da cultura popular (e não só)", onde tento avaliar, do ponto de vista científico, qual a veracidade dos mais frequentes conceitos populares que tão habilmente passam de geração em geração. 
Acima de tudo, espero conseguir ser-lhe útil!"

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Mindfulness para pais


Autor: Laura Sanches
Ano: 2016
Editora: Manuscrito
Número de páginas: 257

Lido entre 17/08/2017 e 02/09/2017 (17 dias)
Classificação: 2/5


Opinião:
Livro emprestado pela Angélica. Confesso que pensei que o livro fosse mais interessante, mas afinal não gostei muito. Não me motivou a leitura e por isso demorei bastante a ler.
Eu sei que a autora é psicóloga, mas senti-me mesmo que estava a ler o livro de psicologia da escola. Gostei de relembrar a experiência que fizeram com os macacos, sobre o apego (o "macaco" que dava alimento e o "macaco" que dava o apego). Achei que outra situação referida (do estranho que entrava na sala, e saía a mãe a via-se a reação da criança) era um bocado "forçada", pois penso que não se deve generalizar todo o apego e a relação da mãe com a criança apenas por uma situação isolada. Se calhar sou eu que estou agora a generalizar. :)
As partes que gostei mais foram as do último capítulo. Devia ter tomado notas. :) Mas basicamente, achei interessante o raciocínio da contravontade, de dar a opção às crianças de escolherem quando é algo que elas não querem ("queres sair do parque a pé ou ao colo?", "qual destas roupas queres vestir?") porque assim as crianças já sentem algum controlo e é mais fácil que façam o que queremos. 
A autora é contra as palmadas, os castigos de isolamento, mas também contra os elogios e recompensas em demasia. Uma criança não precisa de ser controlada, mas guiada. É importante passar tempo com os filhos e criar rituais de família. E as crianças (tal como nós) têm direito a estar zangadas. Muitas vezes o abraço, o apego que temos com as crianças, serve para resolver muitas situações.


Sinopse:
"A nossa presença, inteira, completa e livre de julgamentos é o melhor presente que podemos dar aos nossos filhos mas também a nós próprios. Mindfulness significa prestar atenção. Para Laura Sanches, psicóloga clínica, a atenção é o ingrediente fundamental na relação entre pais e filhos. Neste livro, a autora propõe usar a ferramenta do mindfulness para criarmos um relacionamento completo, verdadeiro, presente, mais feliz e mais harmonioso com os nossos filhos. O stresse diário, a correria entre trabalho-casa e as obrigações não nos permitem estar de forma plena com quem mais queremos. Estamos com os nossos filhos, mas não estamos presentes: agarramo-nos ao telemóvel, pensamos nas preocupações que deixámos no trabalho. É preciso quebrar estes padrões e criar novos modelos de estar em família. 
Laura Sanches ensina-nos a desenvolver uma nova atitude enquanto pais, e a educar de forma consciente. Como? Estabelecendo uma ligação sólida com os filhos, assumindo o papel de guias sem medo, respondendo em vez de reagir, criando um ambiente seguro através da empatia, educando para os limites e respeitando-lhes as oposições. O fundamental é comunicar com os filhos com segurança e guiá-los com confiança. Fazê-los sentir que estamos verdadeiramente presentes. Através de casos reais e exercícios práticos de mindfulness, este livro torna-nos adultos mais seguros e pais mais capazes de transmitir regras e valores sem precisar de recorrer aos castigos e às palmadas."

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

A rapariga e o espelho


Autor: Cecelia Ahern
Ano: 2011
Número de páginas: 102
Editora: Presença

Lido em 16/08/2017 (1 dia)
Classificação: 2/5


Opinião:
Recebi este livro na Bolsa de Trocas e pensei "ui, tão pequenino. Leio isto numa tarde". Como nesse dia ia à praia com a Adriana, levei o livro e li-o todo, sem grandes dificuldades. O livro é mesmo muito pequenino.
Até agora tenho gostado de todos os livros que tenho lido da Cecelia Ahern, mas este não achei grande piada. Foi assim um bocado fraquito...
Tem duas histórias: "A rapariga e o espelho" e "A máquina das recordações". 


Sinopse:
"Da bem conhecida autora de P.S. - Eu Amo-te, este livro inclui dois contos tão sedutores quanto estranhos e originais. Entre a magia e o esplendor, com certo pendor nostálgico, não deixa de transmitir uma ironia ligeiramente perversa que mexe com as emoções do leitor. 

A Rapariga e o Espelho 
Lila nem quer acreditar na sorte que tem... Encontrou o homem dos seus sonhos e está prestes a casar com ele. Mas quando um segredo do passado da família é revelado, exatamente no dia do seu casamento, a sua vida muda da forma mais inesperada... 

A Máquina das Recordações 
Dizem que nunca se esquece o primeiro amor... Mas o que poderá acontecer quando as memórias que mais acarinhamos se começam a desvanecer? Há quem faça todos os possíveis por recuperar o passado, e no caso de um homem com o coração destroçado isso significa descobrir a forma mais real de reviver esses momentos preciosos... "

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

O livro de magia das mães


Autor: Constança Cordeiro Ferreira
Ano: 2016
Número de páginas: 245
Editora: Matéria Prima

Lido entre 02/08/2017 e 10/08/2017 (9 dias)
Classificação: 4/5


Opinião e sinopse:
Livro emprestado pela Angélica.
Para falar sobre este livro vou começar pela sinopse, pois creio que não tenho muito mais a acrescentar: "Depois do sucesso de "Os Bebés Também Querem Dormir", o novo livro de Constança Cordeiro vem falar das mães e das suas necessidades: como as mães podem e devem continuar a cuidar delas, enquanto cuidam do bebé. As principais decisões e dilemas que envolvem o processo da gravidez, o pós parto, a amamentação, o sono, a relação com a família e a gestão do dia-a-dia com um bebé nos primeiros 2 anos. Conselhos práticos e estratégias para que a maternidade seja uma aventura vivida em paz e harmonia como bebé. Histórias reais de mães que falam da maternidade tal como ela é."
Queria referir que esta autora é fundadora do Centro do Bebé, onde ajuda as famílias desde a gravidez até aos primeiros anos.
Gostei bastante da leitura e serviu para eu ir refletindo com várias situações, acerca da forma como eu lidaria em determinados momentos. Um livro para ser relido e consultado!

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Socorro! Sou mãe...


Autor: Rita Ferro Alvim
Ano: 2011
Número de páginas: 259
Editora: Presença

Lido entre 11/07/2017 e 31/07/2017 (21 dias)
Classificação: 4/5


Opinião:
Livro emprestado pela minha irmã.
Das coisas que vou lendo e de opiniões que ouço sobre o primeiro mês com um recém-nascido, fico a achar que é um caos, que é super difícil e que há imensas dificuldades com que lidar. Este livro veio sublinhar exatamente isso!
Cerca de metade do livro é sobre a amamentação. Eu sabia que, muitas vezes, há dificuldades na amamentação, mas nunca pensei que pudesse ser tão difícil. Este livro tem de ficar cá em casa para consulta...
Há também um capítulo sobre o leite adaptado, outro sobre o bebé (higiene, cólicas, sono), e outro sobre a mãe. 
Tem também pequenas histórias que várias mulheres foram partilhando sobre algum aspeto do que viveram nesse primeiro mês com o bebé. Essas pequenas histórias serviram, na minha opinião, para enriquecer bastante o livro. Acho que, muitas vezes, revela-se mais importante ouvir opinião de alguém que viveu determinadas situações do que ouvir opinião sobre algum profissional da área (não deixando de reconhecer a importância que médicos e enfermeiros têm).


Sinopse:
"Durante o primeiro mês de vida do recém-nascido muitas são as dúvidas e as perguntas que assaltam os progenitores. 
Em "Socorro! Sou Mãe…" propõe-se esclarecer algumas destas dúvidas a partir da perspetiva de uma mãe que também já passou pelas mesmas alegrias e angústias. São abordados temas tais como o sono, a higiene, a segurança do bebé ou a amamentação e é ainda incluído um capítulo dedicado à mãe e às transformações que vai experienciar. Um livro pensado para a ajudar a desfrutar sem stresse e com toda a plenitude de um momento mágico na sua vida. "

quinta-feira, 20 de julho de 2017

A mãe é que sabe


Ano: 8 de dezembro de 2016
Género: Comédia
Realização: Nuno Rocha
Elenco: Maria João Abreu (como Ana Luísa), Joana Pais de Brito (como Josefa 1973, 1986, 1992), Filipe Vargas (como Adelino 1973, 1986, 1992)


Opinião:
Minha classificação: 9/10. Filme visto em 11.07.2017.
Lembro-me de ver o poster deste filme na altura em que esteve no cinema e de achar que deveria ser giro ir vê-lo. E foi! Gostei imenso! É bom ver um filme calmo e com piada para relaxar. Acho que só não achei tanta piada à parte da Ana Luísa imaginar as coisas e elas irem sendo alteradas. Bem, se calhar era essa a ideia principal do filme. :p
Algumas das personagens são atuais atores da novela que sigo na SIC: Amor Maior. 


Sinopse:
"No dia de aniversário de Adelino, toda a família se reúne em casa de Ana Luísa, a filha mais velha. À medida que o almoço decorre, todas as conversas vão, constante e inevitavelmente, convergindo para a mesma pessoa: Josefa, a falecida esposa de Adelino e mãe de Ana Luísa. Cheia de saudade – e de inevitáveis mágoas –, a dona da casa embarca numa viagem ao passado, desabotoando memórias dos dias distantes da sua infância e adolescência, em constante desacordo com a mãe, uma matriarca forte e controladora mas de coração enorme. Apesar das lutas e discórdias com Josefa durante a vida em comum, Ana Luísa vai perceber que, por mais que se tenha esforçado por combater a "ditadura" em que foi criada, acabou por se transformar numa cópia da progenitora…"


Trailer:

terça-feira, 18 de julho de 2017

Grávida - Livro de instruções


Autor: Sarah Jordan, Dr. David Ufberg
Ano: 2009
Editora: Arte Plural Edições
Número de páginas: 217

Lido entre 05/07/2017 e 10/07/2017 (6 dias)
Classificação: 4/5


Opinião:
Livro emprestado pela minha irmã. Achei bastante interessante! Muito útil! É necessário guardar para ir consultando. Gostei imenso do sentido de humor!
Faz primeiro uma abordagem sobre a conceção e os sintomas da gravidez, seguindo-se uma descrição detalhada sobre cada trimestre da gravidez. Depois mostra o que poderá ser necessário no enxoval do bebé, dá indicações ao pai da criança sobre o que deve saber e explica as diferentes fases do parto (ensina ao pai o que deve fazer no caso do bebé nascer a caminho do hospital). Por fim, faz uma pequena abordagem aos primeiros exames do bebé e a amamentação.


Sinopse:
"Informação essencial, dicas e conselhos para futuros papás. Trazer um bebé ao mundo é um dos momentos mais marcantes da vida; mas não há como evitá-lo: estar grávida pode ser uma experiência assustadora. Felizmente, "Grávida - Livro de Instruções" nasceu para responder às suas perguntas mais importantes: Será que este enjoo matinal alguma vez vai passar? De que tamanho é o meu bebé às 26 semanas? É normal sentir um desejo incontrolável de comer picles? Qual é a melhor maneira de evitar as indesejáveis festinhas na barriga? E, acima de tudo, será que mais alguma vez na vida vou ter uma noite descansada? Os futuros pais encontrarão as respostas neste manual graças a Sarah Jordan, mãe veterana, e David Ufberg, obstetra e ginecologista qualificado (três vezes pai)."

sábado, 8 de julho de 2017

Confissões de uma médica


Autor: Sofia Serrano
Ano: 2016
Editora. Marcador
Número de páginas: 245

Lido entre 01/07/2017 e 04/07/2017 (4 dias)
Classificação: 4/5


Opinião:
Este foi o livro que eu comprei ao mesmo tempo que "Dias de uma princesa grávida", numa altura em que estava com desejos de livros. :p 
Tal como no outro livro, estava ansiosa por ler o livro e também fiquei um pouco desiludida. Neste caso estava à espera de ter mais histórias do que se passava no hospital, dos partos, das consultas. Achei engraçada a história do marido que vinha ver a mulher e ela estava com outra pessoa, ou daquela mãe que já tinha 3 filhos e descobriu que estava grávida de gémeos. Achei engraçado o capítulo sobre o tipo de pais na sala de partos, ou dos 10 mandamentos da maternidade. Estava à espera de mais histórias assim. 
Gostei de saber um pouco mais da formação dos médicos, dos exames, dos anos de estudo. Mas achei repetitivo o facto da autora salientar o facto dos médicos trabalharem muitas horas e de nem sempre terem tempo para a família como gostariam e de ser mãe a tempo inteiro e não ser perfeita. É que durante mais de metade do livro esteve a ser referido esse aspeto.


Sinopse:
"Confissões de uma Médica" leva-nos para a intimidade de alguém que tem a assombrosa missão de trazer ao mundo, todos os dias, novas vidas - tantas vezes salvando aquelas que estão em risco. Relata as peripécias rocambolescas e cómicas de quem passa tanto tempo num hospital, como os amantes que visitam as grávidas antes dos maridos ou as mulheres que se julgam gordas, quando estão, de facto, grávidas de gémeos. Mas, mais do que tudo, é um relato fiel e empolgante de alguém que é apaixonado pelo ofício que escolheu: ajudar a dar à luz, a trazer vida ao mundo - um milagre que nunca deixa de nos espantar."

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Dias de uma princesa grávida


Autor: Catarina Beato e Sofia Serrano
Ano: 2017
Editora: Marcador
Número de páginas: 191

Lido entre 26/06/2017 e 30/06/2017 (5 dias)
Classificação: 4/5


Opinião:
Diz-se que as grávidas têm desejos de comida. Eu ainda não tive nenhum. Detesto comer. Estou ansiosa por saber que tipo de desejos de comida vou ter (se é que vou ter). Os únicos desejos que tive foi de livros. Eu nunca compro livros. O último livro que comprei foi em 2008. Mas estava sempre a pensar neste livro (e no outro que li a seguir). E tive MESMO de os comprar!
Confesso que fiquei um bocado desiludida... Estava à espera de mais. Não sei explicar o porquê, mas achei que tinha ficado um pouco aquém do que eu tinha idealizado. Até foi interessante, li num instante, tem muitos conselhos e indicações, aborda vários temas relacionados com a gravidez, mas achei algumas coisas um pouco repetitivas.


Sinopse:
"Quando uma mulher está grávida quer ser um bocadinho médica e perceber tudo o que se passa com o seu corpo e com o bebé que cresce delas. Este livro é um diário e um guia de uma gravidez. Na verdade, é uma companhia, um diálogo nascido da amizade, da curiosidade e do amor. Catarina e Sofia eram amigas. Tinham em comum o gosto pela escrita nos blogues, em que partilhavam bocadinhos da sua vida: Dias de uma Princesa e Café, Canela & Chocolate. 

A Catarina ficou grávida e pediu ajuda à Sofia, médica especialista em ginecologia e obstetrícia. Das dúvidas, certezas, angústias e rotinas nasceu um diário partilhado, semana a semana, trimestre a trimestre com histórias pessoais, conselhos e descobertas. Um diálogo entre amigas, mas também entre uma médica e uma grávida. 

Da comida ao desejo sexual, da primeira ecografia ao exercício físico, dos mitos ao esclarecimento, este é um relato, tão útil como emocionante e íntimo, da viagem mais incrível da existência - aquela que dura nove meses e muda a vida de uma mulher para sempre."

segunda-feira, 26 de junho de 2017

A força dos afectos


Autor: Torey Hayden
Ano: 2008
Editora: Presença
Número de páginas: 375

Lido entre 19/05/2017 e 25/06/2017 (38 dias)
Classificação: 4/5


Opinião:
Livro emprestado pela minha irmã. Penso que, com este, já li os 10 livros da autora editados em Portugal (até ao momento). Engraçado como não tinha noção como tinha lido 10 livros da Torey.
Também não tinha noção que demorei tanto tempo para ler este livro. Eu sei que o facto de ter lido outro ao mesmo tempo, não ajudou a que eu tivesse lido mais rápido...
Acho que foi importante para mim ter ficado alguns anos sem ler nada da Torey Hayden, pois considero que serviu para fazer as "pazes" com a autora. É que, se formos a ver bem, dava sempre 5 estrelas nos primeiros livros, depois comecei a baixar a classificação, até dar 1 e 2 estrelas...
Sabia que os livros eram antigos, mas só com este livro refleti que são dos anos 80!


Sinopse:
"Após um período de afastamento do ensino, Torey Hayden vê-se novamente responsável por uma turma de crianças com necessidades especiais. 
Torey Hayden dispensa apresentações. Uma talentosa criadora e gestora de afectos, Hayden descreve dramaticamente as dificuldades e alegrias ao trabalhar com um pequeno grupo de crianças emocionalmente fragilizadas. Neste livro, porém, a protagonista é a mãe de uma criança, Ladbrook, uma senhora muito bonita, sedutora e elegante, mas com problemas com o álcool. Ela só quer ser mais uma paciente sob a guarda de Hayden que tem a seu cargo, desde o início do ano lectivo crianças com graves distúrbios emocionais. Desta vez o grupo é constituído por três crianças da Irlanda do Norte, profundamente traumatizadas pela guerra; Dirkie, um menino de onze anos que nunca vivera fora de um lar; Mariana, uma menina de oito anos muito susceptível, agressiva e sexualmente precoce, e Leslie uma menina de sete anos que não fala e não reage ao que a rodeia. Mais um livro comovente onde a força dos afectos se evidencia."

sábado, 24 de junho de 2017

O que comer quando está grávida


Autor: Rana Conway
Ano: 2009
Editora: Publicações Europa-América
Número de páginas: 162

Lido entre 23/05/2017 e 16/06/2017 (25 dias)
Classificação: 3/5


Opinião:
Li este livro porque estou grávida! :D Foi-me emprestado pela minha cunhada. 
Não é propriamente um livro interessante de ser lido, que motive a ler, mas penso que é bastante útil. Li mais de metade do livro num só dia, quando queria mesmo terminá-lo para ler outro.
Está dividido em vários capítulos, sendo que o mais interessante foi uma pequena "lista" sobre alimentos, em que explica os que devemos ou não devemos comer. Como estão ordenados por ordem alfabética, é fácil para consultar. Tem outros capítulos como a amamentação ou a preparação para uma nova gravidez. 
Comecei a ler logo quando o recebi, mesmo estando a ler outro livro ao mesmo tempo. Acho que, em toda a minha vida, esta foi a segunda vez que fiz isso, de ler dois ao mesmo tempo! Mas teve que ser porque as dúvidas são agora e não fazia sentido ler daqui a algum tempo.


Sinopse:
"A gravidez é um período fantástico, cheio de novidades e de alegrias, mas também pode ser um período cheio de preocupações. É importante saber que o que come e bebe condicionará o desenvolvimento e crescimento do seu bebé. Mas para muitas de nós não é fácil saber exactamente em que consiste esta atitude saudável.
Por isso, o que comer? O que deve evitar? E, caso exista um risco subjacente a determinados alimentos, qual é precisamente esse risco e quais as suas dimensões? Quais são os nutrientes de que um bebé em crescimento precisa e o que deve comer para fazer face a essas necessidades nutricionais? Precisa de tomar suplementos e, em caso positivo, quais deve tomar?
Este pequeno livro cheio de conselhos úteis é a sua salvação, uma vez que lhe oferece uma lista detalhada dos alimentos que deve evitar. Assim, este livro inclui:
- um guia de alimentos e bebidas de A a Z, de fácil consulta;
- linhas de orientação detalhadas relativas ao álcool e à cafeína;
- conselhos para as futuras mães vegetarianas e para as mulheres que têm dietas específicas;
- as mais recentes descobertas da investigação sobre alimentos que condicionam o desenvolvimento de um bebé, incluindo os riscos de alergias.
Além do mais, ficará a saber:
- como conseguir um peso saudável e como o perder gradualmente após a gravidez;
- o que deve ou não comer durante o período de amamentação."

terça-feira, 6 de junho de 2017

Simplifique a sua vida


Autor: Elaine St. James
Ano: 1994
Editora: Sinais de fogo

Lido entre 08/05/2017 e 18/05/2017 (11 dias)
Classificação: 2/5


Opinião:
Livro emprestado pela minha irmã. Confesso que estava à espera de ser mais interessante. 
O livro já é um bocado antigo (é dos anos 90) e notei logo isso a propósito de alguns conselhos que dava.
Está dividido em capítulos que vão desde simplificar o estilo de vida, aspetos da saúde, vida pessoal, emprego, etc. 
Penso que a única coisa que o livro tem de interessante é fazer refletir sobre o assunto, porque, de resto, julgo que acabo por não aproveitar a maioria das sugestões que dá.


Sinopse:
"A VIDA ESTÁ MUITO COMPLICADA e parece não haver nada a fazer que não seja completamente radical. Ou talvez haja... 
Experimente pegar neste livro e lê-lo com calma, um capítulo de cada vez. 
Passo a passo, ao longo de vários capítulos que abrangem as nossas "tralhas", as nossas casas e a sua manutenção, a carreira, a saúde, as finanças e outros assuntos do foro pessoal, Elaine St James oferece-nos dicas muito práticas no caminho de um estilo de vida simples. 
Experimente... "

sábado, 20 de maio de 2017

Compaixão


Autor: Jodi Picoult
Ano: 1996
Editora: Civilização

Lido entre 08/04/2017 e 05/05/2017 (28 dias)
Classificação: 4/5


Opinião:
Livro emprestado pela minha irmã mais velha. Há uns anos tínhamos sido nós a dar-lhe este livro no aniversário dela.
Penso que este foi dos livros da Jodi Picoult que demorei mais tempo a ler. Apesar de ter gostado, não me senti muito motivada a ler, não sei bem porquê.
Este livro não aborda só a questão da eutanásia, mas também a questão do adultério. 
E o curioso, que acontece sempre nos livros da Jodi, é que durante a maior parte do livro parecem ser duas histórias separadas (uma principal e uma secundária) e há uma determinada altura em que as duas se unem. Gosto disso.


Sinopse:
"Se o amor da sua vida lhe pedisse ajuda para morrer, que faria? O comandante da polícia de uma pequena cidade de Massachusetts, Cameron McDonald, faz a detenção mais difícil da sua vida quando o seu primo Jamie lhe confessa ter matado a mulher, que sofria de uma doença terminal, por compaixão. Agora, um intenso julgamento por homicídio coloca a cidade em alvoroço e vem perturbar um casamento estável: Cameron, colaborando na acusação contra Jamie, vê-se, de repente, em confronto com a sua mulher, Allie – fascinada pela ideia de um homem amar tanto a mulher a ponto de lhe conceder todos os desejos, até mesmo o de acabar com a vida dela. E quando uma atracção inexplicável leva a uma traição chocante, Allie vê-se confrontada com as questões sentimentais mais difíceis: quando é que o amor ultrapassa os limites da obrigação moral? E o que é que significa amar verdadeiramente alguém?"

sexta-feira, 14 de abril de 2017

O sol bailou ao meio-dia - A criação de Fátima


Autor: Luís Filipe Torgal
Ano: 2011
Editora: Tinta-da-china

Lido entre 20/03/2017 e 03/04/2017 (15 dias)
Classificação: 2/5


Opinião:
Este foi um livro que alguém deu/emprestou à minha irmã mais nova, e que ela (sem ler) emprestou à minha mãe e que ela (sem ler também) me emprestou a mim.
Confesso que não achei grande piada e por isso demorei muito tempo a ler, pois não me sentia muito motivada a lê-lo.
Trata-se de uma tese de mestrado (se não estou em erro), provavelmente um pouco adaptada para ser um livro. Aborda e contextualiza a sociedade no momento das aparições de Fátima, e nos anos seguintes, por exemplo nos anos 30 que foram tão importantes para o crescimento da crença em Fátima. A contextualização é efetuada tendo em conta os planos político, económico e social. 
Um grande ponto a favor é que senti imparcialidade do autor. Senti que fez uma grande pesquisa bibliográfica (uma lista extensa de livros, quer em português, francês e inglês), para além de diversos jornais e revistas, fazendo uma comparação com as aparições de Lourdes. O autor apresentava, por exemplo, uma lista enorme de pessoas que estiveram presentes em determinada ocasião (já não me recordo do que era). Numa parte final, são apresentados diversos anexos de textos e recortes de jornais da altura. E aqui, mais uma vez, há textos contra e textos a favor. O autor não quis dar a sua opinião mas apenas mostrar, apresentar, informar.
Aqui há uns tempos ouvi um programa sobre um livro relativo às Aparições de Fátima e fiquei um bocado desiludida com o programa e o livro porque era tudo a dizer mal, a criticar. Estava à espera de algo mais imparcial, de mostrar os dois lados, coisa que senti com este livro!


Sinopse:
"A separação da Igreja e do Estado, as aparições de Fátima e a sua instrumentalização pela Igreja Católica, As aparições de Fátima (1917) ocorreram num dos momentos económicos, sociais e políticos mais difíceis e mais dramáticos da História de Portugal, que bem podia sistematizar-se na trilogia do caos: «fome, peste e guerra». Nesse período, mas, sobretudo, anos antes, havia-se registado uma grande ofensiva dos governos republicanos em defesa da laicização do Estado e da secularização da sociedade, que acabou por restringir como nunca os privilégios e as liberdades da Igreja Católica. Rebentou a Primeira Guerra Mundial, onde Portugal teve uma participação controversa e trágica. Estoiraram motins e rebeliões. Proliferaram epidemias agudas de tifo e varíola e eclodiu depois a pandemia da «gripe pneumónica». Acentuou-se a crise económica e financeira, que gerou inflação galopante, falta de víveres essenciais, racionamento, pobreza, miséria e fome. Nesta conjuntura de extrema adversidade, surgiu, na Cova da Iria, um culto popular espontâneo que logo se propagou num país católico, rural, analfabeto e dado a superstições e a devoções messiânicas. Um culto popular que — como este livro pretende demonstrar — a Igreja Católica desde muito cedo estimulou, disciplinou, enquadrou ideologicamente e apresentou, com grande sucesso, a Portugal e ao Mundo."

quarta-feira, 12 de abril de 2017

A Beautiful Mind


Nome em português: Uma mente brilhante
Ano: 2001
Género: Biografia, Drama
Realização: Ron Howard
Argumento: Sylvia Nasar (livro) Akiva Goldsman
Elenco: Russell Crowe (como John Nash), Ed Harris (como Parcher), Jennifer Connelly (como Alicia Nash)


Opinião:
Minha classificação: 5/10. Filme visto no ano letivo 2007/2008, se calhar em junho. Como nunca escrevi aqui no blog sobre este filme, resolvi atualizar isso agora. 
Este filme é baseado numa pessoa real, um matemático com esquizofrenia. Acho que se o filme não tivesse algumas partes tão assustadoras, que eu até era capaz de ter gostado.
Achei engraçado na wikipédia dizer que esteve casado com Alicia Nash de 1957 a 1963 (6 anos), tivessem estado 38 anos separados e voltassem a casar em 2001, ficando casados até 2015 (ano da morte de John Nash), ou seja, 14 anos.
O filme ganhou 4 Óscares: Melhor filme, Melhor atriz secundária, Melhor realizador e Melhor argumento adaptado.


Sinopse:
"John Nash é um génio da matemática que, aos 21 anos, formulou um teorema que provou a sua genialidade e o tornou aclamado no meio onde atuava. Mas aos poucos o belo e arrogante Nash transforma-se num sofrido e atormentado homem, a quem lhe chega a ser diagnosticado como esquizofrénico pelos médicos que o tratam. Porém, após anos de luta para se recuperar, consegue voltar à sociedade e acaba sendo premiado com o Nobel."


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segunda-feira, 10 de abril de 2017

sábado, 8 de abril de 2017

Chocolat



Nome em português: Chocolate
Ano: 2000
Género: Drama, Romance
Realização: Lasse Hallström
Argumento: Joanne Harris (livro), Robert Nelson Jacobs
Elenco: Juliette Binoche (como Vianne Rocher), Judi Dench (como Armande Voizin), Alfred Molina (como Comte de Reynaud), Johnny Depp (como Roux)


Opinião:
Minha classificação: 7/10. Filme visto em 13.09.2007, requisitado da biblioteca.
Já tinha lido o livro antes, e resolvi ver o filme. Não me lembro muito bem, mas sei que gostei.


Sinopse:
"Vianne Rocher, uma jovem mãe solteira, e sua filha de seis anos resolvem mudar-se para uma cidade rural da França. Lá decidem abrir uma loja de chocolates que funciona todos os dias da semana, bem em frente à igreja local, o que atrai a certeza da população de que o negócio não vá durar muito tempo. Porém, aos poucos Vianne consegue persuadir os moradores da cidade em que agora vive a desfrutar seus deliciosos produtos, transformando o ceticismo inicial em uma calorosa recepção."



Trailer:

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Le fabuleux destin d'Amélie Poulain


Nome em português: O fabuloso destino de Amélie
Ano: 2001
Género: Comédia, Romance
Realização: Jean-Pierre Jeunet
Argumento: Guillaume Laurant
Elenco: Audrey Tautou (como Amélie Poulain), Mathieu Kassovitz (como Nino Quincampoix), Rufus (como Raphaël Poulain)


Opinião:
Minha classificação: 9/10. Filme visto em 2007, se calhar em setembro.
Para mim, este filme marca o início de uma nova fase da minha vida! Considero que foi o 1.º filme que eu vi a sério, de livre e espontânea vontade, porque realmente quis. 
A motivação inicial foi porque o Zé Nuno gostava. E se ele gostava, eu queria vê-lo. :p E, por isso, requisitei-o da biblioteca e vi no portátil da minha irmã mais velha, no quarto dela. Que saudades! Lembro-me tão bem desta situação! É tão curioso como às vezes decoramos determinadas coisas...
Adoro a banda sonora e já cheguei a colocá-la várias vezes nas aulas enquanto os miúdos trabalham.


Sinopse:
"Amélie viu o seu peixinho desaparecer num lago municipal, a sua mãe morrer no átrio de Notre-Dame e o pai transferir todo o seu afecto para um anãozinho de jardim. Amélie cresce e arranja emprego em Montmartre como empregada de um bar explorado por uma antiga bailarina equestre. Amélie leva uma vida simples. Diverte-se a partir a crosta do leite creme, a atirar pedrinhas ao Sena, a observar as pessoas e a deixar correr a imaginação. Aos vinte e dois anos dá-se um golpe de teatro e Amélie descobre um objectivo na vida : melhorar a vida dos outros. Inventa então toda uma série de estratagemas para intervir incognitamente na existência de várias pessoas à sua volta. Entre elas, a porteira, que passa os dias a beberricar Porto num tête-à-tête com o seu cãozinho embalsamado; Georgette, a balconista hipocondríaca; ou o “homem de vidro”, o vizinho que só vive através de uma reprodução de Renoir. A missão de Amélie é subitamente perturbada pelo aparecimento de Nino Quincampoix, um jovem estranho. Empregado a meio tempo num comboio fantasma e numa sex-shop, Nino colecciona fotografias abandonadas nas máquinas de photomaton. Amélie sente-se fascinada por Nino, mas prefere jogar ao gato e ao rato com ele, em vez de revelar abertamente os seus sentimentos. Após várias tentativas frustradas, acaba por desistir. Felizmente, “o homem de vidro”, perito em isolar-se dos outros, retribui-lhe a atenção prestada, atirando-a para os braços de Nino."

Trailer:

terça-feira, 4 de abril de 2017

Lost in Translation


Nome em português: O amor é um lugar estranho
Ano: 2004
Género: Drama
Realização: Sofia Coppola
Argumento: Sofia Coppola
Elenco: Bill Murray (como Bob Harris), Scarlett Johansson (como Charlotte), Giovanni Ribisi (como John)


Opinião: 
Minha classificação: 4/10. Filme visto no ano letivo 2007/2008, mas acabei por nunca escrever aqui sobre esse filme.
Vi-o no computador, na Póvoa, quando nenhuma das minhas irmãs estava em casa. Estava nos DVDs da minha irmã.
Lembro-me que não gostei muito e nunca percebi porque é que as pessoas falam sempre muito bem deste filme. No imdb está com nota de 7,8. E ganhou o Óscar de Melhor Argumento Original. Não percebo mesmo...


Resumo:
"Filme norte-americano escrito e realizado em 2003 por Sofia Coppola, que mistura a comédia e o drama. Intitulado originalmente Lost in Translation , foi interpretado por Bill Murray, Scarlett Johansson, Giovanni Ribisi, Anna Faris e Fumihiro Hayashi. O argumento centra-se na amizade que nasce entre dois americanos enquanto se encontram por alguns dias em Tóquio. 
Bob Harris (Bill Murray) é um ator muito conhecido que se encontra em Tóquio para filmar um anúncio a um uísque. Sentindo na pele o enorme choque cultural, que acentua a sua crise de meia-idade, Bob passa quase todo o seu tempo livre no hotel em que está hospedado. Vai ser na sequência de uma insónia que, no bar do hotel, conhece Charlotte (Scarlett Johansson), uma mulher bastante mais nova, casada com John (Giovanni Ribisi), um fotógrafo bem-sucedido que tem um trabalho na cidade e que a deixa a maior parte do tempo sozinha. Para além de partilharem um certo aborrecimento e confusão com os hábitos japoneses, Bob e Charlotte comungam também uma crescente insatisfação com as suas vidas. Bob sabe que a chama do seu casamento já se extinguiu e está desiludido com a sua carreira. Charlotte repara no quanto o seu marido mudou em dois anos de casamento e, ao mesmo tempo, sente-se incapaz de iniciar uma carreira. Rapidamente, os dois transformam-se em cúmplices, amigos e, à medida que vão explorando a cidade e passando por momentos únicos juntos, vão sentindo talvez algo mais um pelo outro. 
Filmado inteiramente no Japão pela filha do famoso Francis Ford Coppola, O Amor é um Lugar Estranho não se inscreve num género específico, deambulando sempre entre as ambiências de maior tristeza e as mais hilariantes sequências cómicas, contendo nessa dicotomia uma multiplicidade de emoções e sensibilidades. Para este resultado, são fundamentais as magníficas interpretações dos dois atores principais. Ambos equilibram de forma notável a tristeza, a inteligência, a vulnerabilidade e o sentido de humor (ora cáustico, ora terno). A relação entre eles, fruto das circunstâncias e do espaço estranho que temporariamente partilham, torna-se platónica, mas o filme acaba por deixar na ambiguidade o sentimento que realmente os atravessa. 
Venceu o Óscar para o Melhor Argumento Original, tendo obtido três outras nomeações (Melhor Filme, Realizador e Ator Principal). Venceu ainda três Globos de Ouro: Melhor Filme Musical ou Comédia, Melhor Argumento e Melhor Ator em Musical ou Comédia (Bill Murray)." (retirado daqui)


Trailer:

domingo, 2 de abril de 2017

The Edge of Seventeen


Nome em português: Quase 18
Ano: 2016 (ainda não estreou em Portugal)
Género: Comédia, Drama
Realização: Kelly Fremon Craig
Argumento: Kelly Fremon Craig
Elenco: Hailee Steinfeld (como Nadine), Haley Lu Richardson (como Krista), Blake Jenner (como Darian)


Opinião:
Minha classificação: 8/10. Visto em 25.03.2017.
Vi este filme por acaso. Não o conhecia, nem sequer estreou em Portugal (ainda).
Comecei por não gostar muito, pois estava a fazer lembrar-me tempos do 3.º ciclo e secundário que foram épocas de que tenho muitas más recordações, por exemplo com as inseguranças próprias da adolescência.
No entanto, o filme começou a ficar mais interessante e acabei por gostar bastante. É daqueles filmes que eu gostaria de mostrar a grupos de adolescentes, se desse catequese a grupos do 10.º ano, por exemplo, por causa da mensagem que tem a transmitir. Numa das sinopses que li recomendava para maiores de 14 anos.
Fiquei a pensar nos emails que recebia, há uns anos atrás, com "ensinamentos" de gente mais velha, e que eu não ligava muito. Agora, sou capaz de perceber alguns deles e de até ensiná-los a outras pessoas. Por exemplo, dizermos que é importantes sermos "nós mesmos" é uma frase super batida, que está em todos os filmes de animação. Mas na realidade é importante isso mesmo! E neste filme, para além de outras coisas, tinha essa mensagem a ser transmitida.


Sinopse:
Crescer não é nada fácil para alguns, como para Nadine, uma estudante que está a enfrentar uma situação difícil  desde que sua melhor amiga, Krista, começou a namorar com o seu irmão mais velho, Darian. Nadine sente-se mais sozinha do que nunca, pelo menos até começar uma amizade com um jovem atencioso. No entanto, a Nadine está interessada num outro rapaz, com quem acaba por não ser ela mesma.


Trailer:

quinta-feira, 30 de março de 2017

Genius


Nome em português: Um editor de génios
Ano: 2016
Género: Biografia, Drama
Realização: Michael Grandage
Argumento: A. Scott Berg (livro), John Logan
Elenco: Colin Firth (como Max Perkins), Jude Law (como Thomas Wolfe), Nicole Kidman (como Aline Bernstein), Laura Linney (como Louise Saunders)


Opinião:
Minha classificação: 4/10. Filme visto em 22.02.2017.
Como se pode ver na minha classificação, não gostei muito do filme...
Uma coisa interessante que aprendi no filme foi que este editor descobriu alguns nomes importantes na literatura, mas... como ele estava sempre a cortar páginas e páginas de descrições que achava desnecessárias, se todos os editores tivessem sido assim, o que seria do "Guerra e Paz" de Tolstói ou "Os Miseráveis" de Victor Hugo, com mais de 1000 páginas, que se revelaram grandes best-sellers?


Sinopse:
"Biografia de Max Perkins, um dos editores literários mais famosos do mundo. Apostando em jovens talentos, ele descobriu nomes fundamentais da literatura como F. Scott Fitzgerald, Ernest Hemingway e Thomas Wolfe. O filme acompanha a vida pessoal e Perkins e sua relação complicada com os escritores, cujas obras foram fortemente influenciadas pelo trabalho do editor."


Trailer: