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domingo, 17 de agosto de 2014

P.S. - Eu amo-te


Autor: Cecelia Ahern
Ano: 2008
Editora: Presença
Número de páginas: 393

Lido entre 23/10/2013 a 06/11/2013 (15 dias)
Classificação: 5/5


Opinião:
Já li este livro há cerca de 9 meses e, por isso, não me lembro muito bem da opinião com que fiquei na altura sobre a leitura.
Este foi o primeiro livro que li desta autora. Tem uma escrita leve, o que me lembrou, de certa forma, o tipo de escrita de Jill Mansell.
Ia com imensas expetativas em relação ao livro e acho que não correspondeu exatamente ao que eu imaginava. Se tivesse terminado uns capítulos antes, teria levado apenas 4 estrelas, mas gostei muito dos últimos capítulos, o que fez com que desse 5 estrelas na classificação.
O livro fez-me pensar no que eu faria se tivesse o azar de estar na posição da rapariga, de perder o amor da sua vida, e como a vida é bastante frágil.
Este livro foi adaptado ao cinema e um dos meus objetivos é ver o filme.



Sinopse:
"Quase todas as noites Holly e Gerry tinham a mesma discussão – qual dos dois se ia levantar da cama e voltar tacteando pateticamente o caminho de regresso ao apetecível leito? Comprar um candeeiro de mesa-de-cabeceira parecia não fazer parte dos planos, e assim o episódio da luz repetia-se a cada noite, num rito conjugal de pendor cómico a que nenhum desejava pôr termo. Agora, ao recordar esses momentos de pura felicidade, Holly sentia-se perdida sem Gerry. Simplesmente não sabia viver sem ele. Mas ele sabia-o, conhecia-a demasiado bem para a deixar no mundo sozinha e sem rumo. Por isso, imaginou uma forma de perpetuar ainda por algum tempo a sua presença junto da mulher, incentivando-a a viver de novo. Mas como se sobrevive à perda de um grande amor? Holly ter-nos-ia respondido: não se sobrevive! Mas Holly sobreviveu!"

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

A independência de uma mulher



Autor: Colleen McCullough
Ano: 2008
Editora: Bertrand 
Número de páginas: 506 (livro de bolso)

Lido entre 17/10/2013 e 22/10/2013 (6 dias)
Classificação: 2/5


Opinião:
Quando quis que a minha irmã me emprestasse este livro, não tinha lido nada sobre ele. Aliás, nem a capa tinha visto com atenção, senão teria reparado no pormenor em que dizia que retoma o clássico livro "Orgulho e Preconceito". É que eu não gostei nada de ler esse livro. Vi depois o filme, e achei melhor o filme do que o livro. Este foi demasiado enfadonho.
Então, como eu estava a dizer, comecei a ler o livro "A independência de uma mulher" e fiquei desiludida ao saber se seria a continuação. Estive quase quase para desistir do livro. Mas fui continuando com a leitura, e até começou a ficar mais interessante.
Mas a questão do rapto da personagem Mary e as seitas e mais uma série de pormenores, fizeram com que eu detestasse a leitura. Decidi ler rapidamente para poder passar para outro livro. 
Acho que as continuações das histórias têm o defeito de "estragarem" as personagens. E este livro "estragou" imenso várias das personagens.
Este livro lembrou-me a leitura de "A mulher que Deus me deu", porque é também assim do género da independência de uma mulher.


Sinopse:
"Toda a gente conhece a história de Elizabeth Bennet, que se casou com Mr. Darcy em Orgulho e Preconceito. Mas o que aconteceu a Mary, a sua irmã?

Todas as irmãs de Mary conquistaram o seu destino: Jane tem um casamento feliz e uma grande família; Lizzie e Mr. Darcy ganharam uma extraordinária reputação social; Lydia conquistou uma reputação bem diferente; e Kitty é requisitada pelos salões mais luxuosos de Londres. Mary, por outro lado, é uma mulher transformada, agora independente de obrigações familiares. Decide escrever um livro onde põe a nu os males do seu país e o drama dos pobres. Mas as suas viagens de pesquisa irão colocar em risco a sua própria vida - e acabarão por lançá-la nos braços do homem que a inspirou.

Da brilhante escritora Colleen McCullough, autora de Pássaros Feridos, um livro de aventuras e romance, em que uma mulher forte e independente deixa a sua marca no mundo."

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Uma villa em Itália




Autor: Elizabeth Edmondson
Ano: 2008
Editora: ASA
Número de páginas: 400

Lido entre 19/09/2013 e 15/10/2013 (28 dias)
Classificação: 3/5


Opinião:
Este foi o primeiro livro que li desta autora. E, como não gostei muito do livro, não sei se lerei outro livro dela. Se calhar vou tentar ler mais um, por via das dúvidas...
Apesar de ter achado a história bastante original, não gostei muito da leitura. Na minha opinião, a história era muito parada, muito "seca". Pareceu-me tudo demasiado forçado: as personagens apareciam quando convinha ao enredo, para que a ação pudesse continuar. Também não gostei de uma série de diálogos. E o final foi também demasiado forçado: algumas personagens mudaram bastante, para que o "final feliz" de umas se pudesse encaixar no "final feliz" das outras.
É certo que a história das personagens está relacionada com o crescimento interior, com elas conhecerem-se a elas próprias e, quem sabe, o leitor refletir sobre alguns aspetos da sua vida. Mas deu-me a ideia que o livro tinha sido escrito por uma pessoa sem qualquer experiência, por uma novata, o que não é o caso, pois a Elizabeth Edmondson é conhecida por ter escrito outros dois romances de enorme sucesso.


Sinopse:
"Quatro pessoas aparentemente sem nada em comum vêem o seu nome mencionado no testamento de uma mulher que não conhecem. Quem foi Beatrice Malaspina e porque exige que compareçam na sua villa em Itália? Enquanto esperam pelas respostas, a magia do lugar começa a exercer os seus efeitos sobre eles: os frescos desbotados, os jardins exuberantes e a magnífica torre medieval não se assemelham a nada que já tenham visto. Aos poucos, quatro pessoas que sempre fizeram os possíveis por esconder os seus problemas descobrem que a mudança - e até mesmo a esperança - é possível. Mas a misteriosa Beatrice tem um segredo que os afectará a todos…"

sábado, 19 de outubro de 2013

A luz de um novo dia


Autor: Torey Hayden
Ano: 2010
Editora: Presença
Número de páginas: 288

Lido entre 03/09/2013 e 18/09/2013 (16 dias)
Classificação: 3/5


Opinião:
A Torey Hayden já foi, em tempos, a minha escritora feminina preferida. Deixou de ser quando comecei a ler os livros da Jodi Picoult. Já li praticamente todos os livros da Torey (só falta um) e acho que comecei a cansar-me do tipo de escrita. Às vezes isso acontece, certo?
A autora descreve o trabalho que desenvolveu com crianças com necessidades educativas especiais. Nem sempre as atitudes que toma são as mais corretas, o que é bastante normal, já que nem sempre se consegue aplicar na prática, no dia a dia, o que se aprende na teoria. Já dei por mim, no trabalho com crianças, a deparar-me com situações em que não sei como resolver, e a pensar "como é que a Torey resolveria este assunto?".
Apesar de ter lido críticas muito muito positivas sobre este livro, não foi daqueles que eu mais gostei de ler. E isso vê-se logo pela quantidade de dias que demorei na leitura. Acho que este livro foi um pouco "mais do mesmo".
E, tal como praticamente os outros livros todos da Torey, as várias histórias que compõem este livro puseram-me a pensar. Por vezes esquecemo-nos que as crianças podem estar seguras na escola, mas, quando chegam a casa, têm à sua espera uma família completamente desestruturada e a sua vida cheia de problemas continua...


Sinopse:
"Torey Hayden tem pela frente um ano escolar que constituirá talvez um dos desafios mais exasperantes e recompensadores da sua carreira. Da turma que lhe foi atribuída fazem parte Billy, um rapaz que transborda agressividade, Shane e Zane, dois gémeos afectados pela síndrome alcoólica fetal, Jesse, um menino que sofre de síndrome de Tourette, e Venus, uma rapariga de sete anos que não fala nem reage a qualquer estímulo, excepto quando sente o seu espaço ameaçado. Torey, com a sua dedicação e sensibilidade, tentará chegar a estas crianças que tanto precisam dela, enfrentado obstáculos e revelações dolorosas, para as resgatar do seu sofrimento e lhes proporcionar a esperança de um novo dia."

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

O beijo


Autor: Jill Mansell
Ano: 2013
Editora: Chá das Cinco
Número de páginas: 368

Lido entre 26/08/2013 e 31/08/2013 (6 dias)
Classificação: 4/5


Opinião:
Li este livro todo nas idas à praia. Para mim, este livro representa o verão! :)
É o primeiro livro que leio da Jill Mansell. Tinha ouvido falar nesta autora e no facto dela ter piada, dos livros dela serem bem humorados. Confirmo a parte do humor. 
As personagens vão sendo apresentadas uma de cada vez, ao longo de todo o livro, e não todas ao mesmo tempo no início do livro, e as suas histórias vão sendo interligadas umas com as outras.
A história é simples e a escrita é fácil. Gostei da leitura, mas estava à espera de melhor. Acho que criei demasiadas expetativas. 


Sinopse:
"Izzy um dia vai ser famosa. A indústria da música é que ainda não a descobriu. A irrepreensível Izzy tem um talento fascinante, dois namorados perfeitos e uma filha para lhe organizar a vida. Basicamente, uma vida de sonho.Já a vida de Gina não podia ser mais infernal. O cretino do marido acaba de fugir com a amante grávida. E ela sente-se destroçada quando derruba acidentalmente Izzy da sua moto. Porém, não é propriamente o fim do mundo, pois não? Apenas uma perna partida.
Mas o mundo de Gina, como ela o conhece, está prestes a ficar de pernas para o ar. Izzy e a filha Kat foram catapultadas para dentro da sua vida, antes tão metódica. Pior, Izzy está de olho no melhor amigo de Gina, Sam, que é lindo de morrer. Como acabará tudo? Numa torrente de lágrimas ou num beijo inesquecível?"

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

O décimo círculo


Autor: Jodi Picoult
Ano: 2006
Editora: Civilização
Número de páginas: 340

Lido entre 16/08/2013 e 23/08/2013 (8 dias)
Classificação: 3/5


Opinião:
A Jodi Picoult é a minha escritora (feminina) preferida. Mas este foi o livro que eu menos gostei dela. Não gostei muito logo de início. Estive à espera que a história fosse melhorando, mas achei que afinal ainda ia gostando menos. E não gostei mesmo da última parte do livro (mais ou menos as últimas 100 páginas). A autora revelou alguma originalidade na questão da banda desenhada ao longo do livro, mas mesmo assim, não me convenceu.
Ao procurar na net a sinopse para publicar aqui no blog, descobri que existe um filme baseado neste livro. Já pus na minha lista dos filmes a ver, mas se calhar o filme também não vai fazer o meu género.

Sinopse:
"Daniel Stone era o único rapaz branco da vila esquimó do Alasca onde a mãe dava aulas. Por ser diferente, todos troçavam dele sem misericórdia e ele retribuiu tornando-se o pior dos adolescentes, roubando, bebendo e assaltando, até um dia deixar a vila. Quinze anos depois, Daniel é uma pessoa totalmente diferente: um pai calmo e atencioso, autor de banda desenhada, casado com uma professora que dá aulas sobre Dante e o seu Inferno. Trixie, a filha de ambos, é tudo para Daniel.
Mas toda esta calma é perturbada no dia em que Trixie é violada numa festa e Daniel começa a debater-se novamente com uma impotência e uma raiva que podem destruí- lo a si e à sua família.
O Décimo Círculo questiona até onde somos capazes de ir por alguém que amamos e quantas vezes somos capazes de nos reinventar até os nossos erros desaparecerem para sempre ou voltarem para nos assombrar quando menos esperamos.
Mas este livro mostra que existe mais do que uma maneira de contar uma história. No livro encontramos também a banda desenhada de Daniel Stone que conta a história de uma rapariga que é raptada pelo diabo e levada para o inferno de Dante, e do pai que literalmente desce ao inferno para salvá-la.
Este livro viaja desde os corredores de um liceu moderno até uma vila isolada no Alasca, e do inferno até ao coração desfeito de um pai."

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

A fórmula de Deus


Autor: José Rodrigues dos Santos
Ano: 2007
Editora: Gradiva
Número de páginas: 574

Lido entre 01/08/2013 e 15/08/2013 (15 dias)
Classificação: 3/5


Opinião:
Este livro estava na prateleira para eu ler desde há 3 anos. Estive sempre a adiar a leitura por dois motivos. O primeiro é que não gosto de ler livros muito grandes. Acho que um livro com 200 ou 300 páginas é mais do que suficiente. O segundo motivo é que a capa revela que o livro não é nada do género dos que eu gosto de ler. Estes dois motivos juntos faziam-me crer que eu iria andar meses e meses com este livro atrás. Ou seja, iria atrasar todas as minhas outras leituras.
Mas afinal até fiquei bastante surpreendida com o livro! Foi muito interessante e li uma média de 38 páginas por dia, o que é bastante bom. 
Durante grande parte da leitura pensei que o título "A fórmula de Deus" nada tivesse a ver com Deus, mas afinal estava tudo relacionado. Obviamente que eu só achava que não tinha nada a ver com Deus porque é muito raro ler a sinopse de um livro antes de o ler.
Tenho a indicar dois pontos menos positivos e que fizeram com que só tivesse dado a classificação de 3 estrelas. Um deles é a descrição demasiado pormenorizada (na minha opinião) da tortura na prisão, nos interrogatórios. Já um livro da Jodi Picoult fazia referência às torturas nos estabelecimentos prisionais, mas era de uma forma muito mais leve, sem grandes pormenores. Neste livro, este assunto ocupava páginas e páginas e páginas... Bem que tentei passar à frente alguns parágrafos (para não ter pesadelos de noite), mas sem grande sucesso.
Quanto ao outro ponto menos positivo é que, durante todo o livro, achei que estava a ler uma obra infanto-juvenil (lembrei-me do "Clube das Chaves") por causa da forma como apresentavam as teorias. Ou seja, os diálogos das personagens foram construídos dando sempre a ideia que as pessoas estão a ensinar as teorias umas às outras... tal como no "Clube das Chaves" quando querem ensinar alguma coisa (algum conceito de matemática, por exemplo) para que o leitor possa aprender de uma forma lúdica, sem sentir que está a fazer um esforço.

Sinopse:
"Nas escadarias do Museu Egípcio em pleno Cairo, Tomás Noronha é abordado por uma desconhecida. Chama-se Ariana Pakravan, é iraniana e traz consigo a cópia de um documento inédito, um velho manuscrito com um estranho título e um poema enigmático.
O inesperado encontro lança Tomás numa empolgante aventura, colocando-o na rota da crise nuclear com o Irão e da mais importante descoberta jamais efectuada por Albert Einstein, um achado que o conduz ao maior de todos os mistérios: a prova científica da existência de Deus.
Uma história de amor, uma intriga de traição, uma perseguição implacável, uma busca espiritual que nos leva à mais espantosa revelação mística de todos os tempos.
Baseada nas últimas e mais avançadas descobertas científicas nos campos da física, da cosmologia e da matemática, A Fórmula de Deus transporta-nos numa surpreendente viagem até às origens do tempo, à essência do universo e o sentido da vida."

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Basta!


Autor: Camilo Lourenço
Ano: 2012
Editora: Matéria Prima
Número de páginas: 269

Lido entre 27/07/2013 e 29/07/2013 (3 dias)
Classificação: 3/5


Opinião:
Este foi um livro emprestado pela minha irmã. Disse-lhe que queria lê-lo, pois já tinha lido anteriormente outro livro deste autor ("Como esticar o salário e encurtar o mês") e tinha adorado.
Apesar de ter gostado bastante deste livro, e ter lido 269 páginas em apenas 3 dias (o que para mim é muito bom), dei uma classificação inferior comparativamente com anterior livro, devido a um capítulo um pouco mais enfadonho. Aprendi imensas coisas de economia e finanças, e ajudou-me a organizar o meu pensamento nestas matérias. No entanto, uma vez que o livro não é um romance, é preciso estar concentrada durante a leitura, o que acaba por cansar um bocado. Digamos que é como se estivesse a estudar.
Houve partes mesmo muito interessantes, nomeadamente no diz respeito à produtividade (Portugal é um país que precisa de mais horas para fazer o mesmo trabalho que outros países fazem em metade do tempo) e à emigração. A opinião do autor é tão interessante sobre estes assuntos que ainda hoje falei sobre isso aos meus pais. Gostei também do último capítulo sobre os caminhos a percorrer para recuperar da crise.


Sinopse:
"Depois de três bancarrotas em 34 anos, caso único na Europa, será que ainda não aprendemos a lição?
«Há cerca de 20 anos li um artigo do The Wall Street Journal sobre o que os ex-países de Leste poderiam aprender com a experiência portuguesa (de abertura da economia). Longe estava eu de pensar que os anos seguintes ficariam marcados pelos piores disparates de política económica em Portugal. Disparates que nos estão a custar o futuro.»
Temos uma oportunidade única para inverter o rumo de Portugal. Basta ter coragem.
Um livro esclarecedor, que ajuda a compreender o estado em que o país se encontra e, mais importante, aponta caminhos para evitar erros do passado e recuperar a prosperidade."

sábado, 27 de julho de 2013

Desamor


Autor: Ricardo Martins Pereira
Ano: 2013
Editora: Oficina do livro
Número de páginas: 175

Lido entre 25/07/2013 e 26/07/2013 (2 dias)
Classificação: 3/5


Opinião:
Este livro foi-me arranjado por alguém que iniciou a sua leitura e não quis continuar a lê-lo. Ao receber o livro, pensei que se calhar também não iria gostar, mas até gostei.
Escolhi este livro para esta altura, uma vez que a última leitura ("Para a minha irmã", de Jodi Picoult) foi bastante "exigente" a nível psicológico e queria ler agora uma coisa mais simples.
Este é um livro que se lê super rapidamente e de fácil leitura. Algumas das histórias são mais interessantes que outras, mas em todas tive vontade de saber como iria acabar. As únicas "críticas" são pelo facto de todas terminarem mal (mas se o livro chama-se "Desamor" tem lógica que acabem mal) e por serem todas histórias contadas por mulheres.

Sinopse:
"Numa altura em que as relações amorosas parecem cada vez mais vulneráveis, e em que as razões para as terminar são cada vez mais triviais, importa olhar para histórias verdadeiras e tentar compreendê-las. Para construir Desamor, o autor analisou centenas de relatos enviados por leitores do seu blogue, O Arrumadinho, e escolheu aqueles que, no conjunto, melhor conseguem espelhar os vários tipos de relações dos dias de hoje. Desamor revela-nos nove casos contados ao pormenor por mulheres que, a dada altura, acreditaram estar a viver um amor verdadeiro e recíproco, mas acabaram com o coração partido. Nestas páginas, há histórias de amores que começam ou acabam por influência das redes sociais, de dificuldades que nascem dos filhos, de relações à distância, de traições, equívocos fatais e paixões antigas. Estas narrativas encaixam em vivências experienciadas por muitos de nós e reflectem a fragilidade de uma grande parte das relações amorosas nos nossos dias."

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Para a minha irmã


Autor: Jodi Picoult
Ano: 2004
Editora: Civilização
Número de páginas: 407

Lido entre 15/07/2013 e 24/07/2013 (10 dias)
Classificação: 5/5


Opinião:
Tenho ideia que quando a minha irmã me emprestou este livro disse-me que era um livro muito pesado (não devido à quantidade de páginas, obviamente) e que "ela" morria. Então, andei o livro todo à espera que ela morresse, bastante desanimada por já saber o final. Mas afinal andei o livro todo enganada.
E não achei o livro nada pesado. Mais pesado foi o "Dezanove minutos".
Adorei o livro! Estava sempre a pensar em arranjar mais um bocadinho de tempo para ler mais umas páginas. E só assim consegui ler uma média de 40 páginas por dia, o que para mim é bastante bom!
Agora estou ansiosa por ver o filme.

Sinopse: 
"Os Fitzgerald são uma família como tantas outras e têm dois filhos, Jesse e Kate. Quando Kate chega aos dois anos de idade é-lhe diagnosticada uma forma grave de leucemia. Os pais resolvem então ter outro bebé, Anna, geneticamente seleccionada para ser uma dadora perfeitamente compatível para a irmã. Desde o nascimento até à adolescência, Anna tem de sofrer inúmeros tratamentos médicos, invasivos e perigosos, para fornecer sangue, medula óssea e outros tecidos para salvar a vida da irmã mais velha. Toda a família sofre com a doença de Kate. Agora, ela precisa de um rim e Anna resolve instaurar um processo legal para requerer a emancipação médica - ela quer ter direito a tomar decisões sobre o seu próprio corpo.
Sara, a mãe, é advogada e resolve representar a filha mais velha neste julgamento. Em Para a Minha Irmã muitas questões complexas são levantadas: Anna tem obrigação de arriscar a própria vida para salvar a irmã? Os pais têm o direito de tomar decisões quanto ao papel de dadora de Anna? Conseguimos distinguir a ténue fronteira entre o que é legal e o que é ético nesta situação? A narrativa muda de personagem para personagem de modo que o leitor pode escutar as vozes dos diferentes membros da família, assim como do advogado e da tutora ad litem, destacada pelo tribunal para representar Anna."

terça-feira, 23 de julho de 2013

Quem ama acredita


Autor: Nicholas Sparks
Ano: 2005
Editora: Presença
Número de páginas: 288

Lido de 25/06/2013 a 14/07/2013 (20 dias)
Classificação: 4/5


Opinião:
Quando comecei a ler este livro, não fazia ideia que já tinha lido a sua continuação. Ou seja, quando li o livro "À primeira vista" não me apercebi que havia um livro anterior a esse. Mas, ao ler "Quem ama acredita", fui reconhecendo personagens e lugares de algo que eu já tinha lido. Fui, então, pesquisar na internet e foi aí que tudo fez sentido! Agora, estou com vontade de reler o livro "À primeira vista". O problema é que já não o tenho e vai ser difícil consegui-lo novamente... Mas pode ser que compense ver o filme baseado no livro.

Sinopse:
"Naquele dia gélido de Dezembro, Jeremy Marsh ia apenas desvendar mais um caso paranormal fraudulento, numa pequena vila perdida na Carolina do Norte. Luzes misteriosas tinham sido avistadas num cemitério antigo que, segundo crença local, se encontrava assombrado. Habituado como estava a denunciar ocorrências semelhantes, Jeremy ia antecipando, enquanto conduzia velozmente pelas vastas planícies do Sul, as possíveis causas lógicas para o fenómeno, aparentemente inexplicável, das luzes. Mas Boone Creek reservava-lhe um desafio muito maior do que qualquer manifestação do além. O jovem jornalista de Manhattan ia ao encontro do seu destino. Mas disso ele não podia sequer suspeitar. Localizado num pequeno vale, rodeado de carvalhos, o cemitério de Cedar Creek era talvez o local mais improvável para encontrar uma beleza sulista, mas foi justamente aí que Jeremy viu surgir por entre o silêncio e a neblina, por entre a folhagem da grande magnólia e os túmulos que começavam a desmoronar-se, a figura esplêndida de uma mulher com os olhos mais extraordinários que alguma vez vira. Passou como uma miragem, tão irreal e enigmática quanto o próprio cenário. Mas o exotismo daquele olhar violeta voltaria a cruzar o caminho de Jeremy, para dissipar, definitivamente, todo o cepticismo do seu coração."

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Palavras nossas - Colectânea de Novos Poetas Portugueses - volume II



Coordenador: Miguel Almeida
Ano: 2012
Editora: Esfera do Caos
Número de páginas: 224

Lido de 25/02/2013 a 02/07/2013 (128 dias)
Classificação: 2/5


Opinião:
Não gosto muito de poesia. Nunca gostei. E esse é o motivo para eu ter demorado tanto tempo a ler.
Este é um livro que reúne vários poetas portugueses, pessoas sem livros publicados, mas com gosto por escrever poesia. É uma forma de dar voz a poetas desconhecidos.
Comprei este livro porque conheço um dos autores e tenho até uma dedicatória desse senhor.
O primeiro volume reunia 30 novos poetas. Este reúne 20, cada um com 8 poemas. Mesmo assim, acho demasiado. Acho que fica um livro demasiado grande. Num próximo volume, poderiam diminuir o número de poetas participantes.
Gostei mesmo da forma como alguns poemas eram escritos, pois revelava gente com imenso talento para a poesia, mas outros achei-os demasiado simples e que até eu, que não sei escrever poesia, os poderia ter escrito.


Sinopse:
"20 novos poetas portugueses dão-nos a conhecer o melhor da sua poesia, até agora desconhecida: Acácio Costa, Anya Pinheiro, Arnaldo Teixeira Santos, Carlos Palhau, Isaura Moreira, Jorge Aragão Treno, Jorge Nuno,Manuel Rosa, Manuela Gomes da Silva, Maria das Dores Gomes da Silva, Maria de Lurdes Cunha, Maria Judite Coelho Cândido, Maria Luísa Silva, Maria Pombo, Maria Silvéria Mártires, Maria Teresa Almeida, Marta Limbado,Micaela Adriana Morais, Rúben De Brito, Vítor Fernandes.
A colectânea Palavras Nossas, com o primeiro volume dado à estampa em 2011 e que agora se apresenta em segundo volume, resulta de um projecto literário que procura dar primazia à novidade e à diversidade: autores que pela primeira vez nos mostram a sua poesia inédita —porque vale a pena dar voz a quem nunca teve a oportunidade de se revelar — e um amplo conjunto de temas e estilos diversificados — porque o mundo em que vivemos é feito de muitas e insuspeitas complexidades."

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Vozes silenciosas


Autor: Torey Hayden
Ano: 2011
Editora: Presença
Número de páginas: 364

Lido de 12/06/2013 a 21/06/2013 (12 dias)
Classificação: 2/5


Opinião:
Pessoalmente gosto mais dos livros da Torey baseados em factos reais do que os seus romances. Já o anterior romance que li dela ("Raposas inocentes") deixou muito a desejar.
Quanto a este livro, até teve um fundo interessante. Falava da criança com diagnóstico de autismo, as consultas com o psiquiatra, o pai da criança, a irmã.... O único defeito foi o facto do livro se centrar demasiado nas histórias da mãe da criança (e não na criança em si) e nos escritos da mãe. Essa parte foi mesmo enfadonha. Se não fosse isso, eu teria atribuído uma classificação superior.

Sinopse:
"Torey Hayden é sobretudo conhecida por sustentar o argumento dos seus livros em casos verídicos, num registo de não-ficção que desafia os leitores a mergulharem num universo real. Em Vozes Silenciosas, a autora americana traz-nos um romance, o seu primeiro publicado em Portugal, sobre uma família disfuncional, uma criança diagnosticada como autista e os esforços de um psiquiatra para os ajudar. Quando Conor, de nove anos, chega ao consultório do pedopsiquiatra James Innes, traz já com ele o diagnóstico de autismo. Conor não estabelece contacto visual e filtra o que o rodeia através de um gato de brinquedo, repetindo a frase «o gato sabe».
Mundialmente conhecida pelos seus bestsellers baseados nas suas experiências profissionais, Torey Hayden apresenta agora um romance inesquecível sobre o que acontece quando a realidade e a imaginação se confundem."

sexta-feira, 21 de junho de 2013

8 Regras Simples para Namorar com a Minha Filha


Autor: W. Bruce Cameron
Ano: 2002
Editora: Bizâncio
Número de páginas: 252

Lido de 31/05/2013 a 04/06/2013 (5 dias)
Classificação: 3/5


Opinião:
Um livro "leve" para compensar a leitura do livro que li antes e que detestei ("Raposas inocentes" da Torey Hayden). O autor tem piada e dei por mim a rir várias vezes. :p

Sinopse:
"Parece que acontece do dia para a noite. Um dia a sua bebé tem pantufas com orelhas de coelho calçadas e exige ouvir histórias para adormecer, no outro veste uma t-shirt que lhe deixa o umbigo à mostra e exige que lhe dê as chaves do carro. Em 8 Regras Simples Para Namorar com a Minha Filha, W. Bruce Cameron guia-nos por entre o processo de criar adolescentes, uma experiência que é semelhante a um "traumatismo violento".

sábado, 1 de junho de 2013

Raposas inocentes

Autor: Torey Hayden
Ano: 2012
Editora: Editorial Presença
Número de páginas: 308

Lido de: 06/05/2013 a 29/05/2013 (24 dias)
Classificação:1/5


Opinião:
Este livro não tem nada a ver com os outros livros da Torey Hayden. Normalmente os livros da Torey são na primeira pessoa. São histórias reais, contadas por ela. Este não. Este era estilo "romance" e contado na terceira pessoa.
O estilo de escrita também não tem nada a ver. Mas o pior, para mim, foram as asneiras (palavrões). Milhares de asneiras ao longo do livro. Milhões. E palavrões a sério! Acho completamente escusado.
Não achei a história nada de especial. O livro não me cativou nada e não me apetecia lê-lo. Só lá mais para o final comecei a interessar-me um bocadinho mais.
O final surpreendeu-me. Não estava à espera de um final assim. Mesmo assim, acho que acabou repentinamente e algumas coisas ficaram por explicar. Parecia que estava com pressa para terminar o livro.
Cá para mim, acho que alguém escreveu este livro e colocou o nome da Torey para ser vendido. Se não foi, é o que parece. :p
Detestei o livro.

Sinopse:
"Saído da pena da aclamada Torey Hayden chega agora o seu segundo romance publicado em Portugal, depois de anteriores livros de não ficção da autora que trabalha sobre a problemática de crianças com necessidades especiais.
Em Raposas Inocentes a ação passa-se em Abundance, Montana, antes uma cidade mineira nos tempos do Velho Oeste, agora pouco mais que uma cidade fantasma. Dixie acabou de perder um filho e apoia-se numa relação com Billy, um homem que não consegue manter um emprego. Spencer é um ator de Hollywood que se esconde dos paparazzi no seu rancho. É então que Billy decide pôr em prática um plano que levará estas quatro personagens a confrontar-se com verdades dolorosas acerca das suas vidas."

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Dezanove minutos

Autor: Jodi Picoult
Ano: 2007
Editora: Civilização
Número de páginas: 532

Lido de: 11/04/2013 a 03/05/2013 (23 dias)
Classificação: 4/5


Opinião:
Adoro os livros da Jodi Picoult! O problema deste livro é ser de um tema bastante sensível e eu ser muito susceptível a ter pesadelos (daí que não pudesse ler este livro antes de me deitar). Gosto imenso da escrita desta autora e da forma como ela prende o leitor ao que está a acontecer.
A história deste livro é baseada em factos reais: um tiroteio num liceu nos EUA. Quando, logo à partida, comecei por condenar imediatamente o assassino, fui depois começando a acompanhar todo o sofrimento daquela personagem, durante anos a fio, e comecei a "desculpar" e a entender o porquê daquela atitude tão radical. O que, obviamente, não serve de desculpa, senão poderíamos andar todos por aí aos tiros só porque nos trataram mal.

Sinopse:
"Mais uma vez, Picoult aborda um assunto delicado na sociedade contemporânea, um tiroteio no liceu, levantando perguntas como: o seu filho pode tornar-se num mistério para si? O que significa ser diferente na nossa sociedade? É justificável para uma vítima ripostar? E quem - se é que alguém - tem o direito de julgar outra pessoa?
Em Sterling, New Hampshire, Peter Houghton, um estudante de liceu com dezassete anos, suportou anos de abuso verbal e físico por parte dos colegas. A sua amiga, Josie Cormier, sucumbiu à pressão dos colegas e agora dá-se com os grupos mais populares que muitas vezes instigam o assédio. Um incidente de perseguição é a gota de água para Peter, que o leva a cometer um acto de violência que mudará para sempre a vida dos residentes de Sterling."

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Um verão inesquecível

Autor: Mary Balogh
Ano: 2012
Editora: ASA
Número de páginas: 368

Classificação: 5/5
Lido de: 10/03/2013 a 09/04/2013 (31 dias)


Opinião:
Este livro foi-me dado pela Angélica. É um daqueles livros bastante cobiçados por imensa gente e, por isso, fiquei bastante contente quando tive oportunidade de o ler. Inicialmente não achei grande piada ao livro e é por isso que demorei 1 mês para o ler. A história estava muito parada e não me motivava para pegar no livro. Passei quase 3 semanas sem ler praticamente nada. Depois a história começou a ficar muito interessante e li praticamente o livro todo em 3 ou 4 dias. E gostei mesmo muito da leitura, daí a classificação de 5 estrelas.
Apesar de achar, até determinada altura, que tinha a certeza como tudo ia acabar, não deixou de me surpreender.
Este era um daqueles livros que acho que daria um excelente filme!
Só mais um pormenor: ainda bem que só li a sinopse do livro depois de o acabar, porque acho que revela demasiado sobre a história.


Sinopse:
"Kit Butler é um dos mais afamados solteirões de Londres, casar é a última coisa que lhe passa pela cabeça. Mas a sua família tem outros planos. Para contrariar o casamento que o pai lhe arranjou, Kit precisa de encontrar uma noiva... e depressa. Entra em cena Miss Lauren Edgeworth. Lauren foi abandonada em pleno altar pelo seu noivo, Neville Wyatt. Destroçada, decide que não voltará a passar pelo mesmo: nunca casará. O encontro entre estas duas forças da natureza é tão intenso como uma tempestade de verão... e ambos engendram um plano secreto. Lauren concorda alinhar na farsa em troca de um verão recheado de paixão e aventura. No final, ela romperá o noivado - o que afastará possíveis pretendentes - deixando-os a ambos livres. Tudo corre na perfeição, até que Kit faz o impensável: apaixona-se por Lauren. E um verão já não é suficiente para ele. Mas o tempo não para e Kit sabe que terá de apelar a mais do que as suas vulgares armas de sedução para conseguir convencer Lauren a entregar-lhe o seu coração... na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, para o resto das suas vidas."

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Sob o céu de Paris


Autores: Jorge Campião, Elisabete Caldeira
Ano: 2012
Editora: Alfarroba
Número de páginas: 336

Classificação: 2/5
Lido de 04/03/2013 a 09/04/2013 (37 dias)


Opinião:
Sinceramente não gostei muito deste livro. Pela sinopse parecia mais interessante e, por isso, pedi o livro emprestado para ler. Mas, apesar de não ter gostado muito, fiquei contente por não ter desistido a meio porque fui começando a gostar um bocadinho a partir do meio do livro. E assim a leitura custou menos. Daí ter dado 2 estrelas e não 1. Mas eu sou muito "limitada" em termos de gostos dos livros. Já há algum tempo que não dou 5 estrelas a um livro. Por isso, a minha opinião não "conta" muito. Uma coisa que gostei no livro foi por terem explorado bastante a vida e obra de Picasso e eu ter aprendido sobre ele.


Sinopse:
"Raquel é uma mulher que nunca tomou o destino da sua vida nas próprias mãos e tem consciência disso. Carlos é um pintor cujo reconhecimento artístico poderia ser maior se alguma vez tivesse sido metódico, mas não o sabe. Raquel vai organizar a exposição de pintura de Carlos em Paris, no Centro Georges Pompidou. Mas não vai apenas ordenar a exposição de Carlos, vai estruturar a sua obra, o seu talento, ao mesmo tempo que terá de recompor a sua própria vida pessoal. Pelos cafés, restaurantes e ruas de Paris por onde passa, Raquel ressuscitará um Picasso - cuja crueldade corporiza bem os seus medos -, e uma Dora Maar - a talentosa, enigmática e inspiradora amante do genial artista -, que lhe serve de alter-ego, mas cujo destino não quer imitar."

segunda-feira, 4 de março de 2013

Coisas de rapazes


Autor: Simon Carr
Editora: Bertrand
Ano: 2010
Número de páginas: 198

Classificação: 1/5
Lido de 26/02/2013 a 03/03/2013 (6 dias)


Opinião:
Não gostei nada deste livro. A sinopse ainda fazia com que o livro parecesse interessante, mas afinal não gostei mesmo. E há alguém que me diz que parece que me contrataram para ler livros que não gosto, já que não dou 5 estrelas a nenhum livro, há já algum tempo.


Sinopse:
"Quando Susie, a mulher de Simon Carr, morre de cancro, ele fica a criar sozinho o filho de cinco anos. Pouco depois, o filho de doze anos de um casamento anterior vem viver com eles. Não tarda a que a roupa lavada e o aroma a alecrim vindo da cozinha sejam substituídos por pilhas de jogos de vídeo, legos e livros de banda desenhada. Quando as mães que os visitam apelidam de selváticos os seus métodos, Simon responde que são apenas ‘livres’. Num ambiente exclusivamente masculino, Simon enfrenta sozinho os desafios de educar os filhos e todos aprendem a ser novamente uma família. Um testemunho honesto, anárquico e cómico que é ao mesmo tempo comovente e inspirador."

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Memórias esquecidas


Autor: Jodi Picoult
Ano: 2006
N.º de páginas: 448
Editora: Civilização

Classificação: 4/5
Lido de 14/02/2013 a 25/02/2013 (12 dias)


Opinião:
Gostei imenso de todo o enredo desta história, tal como gostei dos enredos dos anteriores dois livros que li desta autora. Só não dei 5 estrelas na classificação porque havia partes do livro referentes à vida na prisão e estas eram demasiado realistas e assustadoras. Fora isso, adorei o livro!


Sinopse:
"Cativante e absorvente, Memórias Esquecidas é um livro sobre a natureza e o poder da memória. Explora o que acontece quando um passado do qual fugimos nos apanha - e quando as memórias que pensávamos esquecidas regressam para nos ameaçar. 
Delia Hopkins foi criada na zona rural do New Hampshire pelo pai, viúvo há trinta anos. Delia tem uma filha pequena, um noivo atraente e uma cadela de busca que usa para procurar pessoas desaparecidas. Mas, enquanto planeia o seu casamento, descobre antigas fotografias que lhe vêm relembrar memórias esquecidas e passa a viver atormentada por flashbacks de uma vida que não se lembra de ter vivido. Chocada e confusa, Delia sente que tem de procurar a verdade entre estas memórias recentemente descobertas - mesmo que elas ameacem devastar a sua vida e a vida das pessoas que ela mais ama."