Minha classificação: 7/10. Filme visto em 13.09.2007, requisitado da biblioteca.
Já tinha lido o livro antes, e resolvi ver o filme. Não me lembro muito bem, mas sei que gostei.
Sinopse:
"Vianne Rocher, uma jovem mãe solteira, e sua filha de seis anos resolvem mudar-se para uma cidade rural da França. Lá decidem abrir uma loja de chocolates que funciona todos os dias da semana, bem em frente à igreja local, o que atrai a certeza da população de que o negócio não vá durar muito tempo. Porém, aos poucos Vianne consegue persuadir os moradores da cidade em que agora vive a desfrutar seus deliciosos produtos, transformando o ceticismo inicial em uma calorosa recepção."
Minha classificação: 9/10. Filme visto em 2007, se calhar em setembro.
Para mim, este filme marca o início de uma nova fase da minha vida! Considero que foi o 1.º filme que eu vi a sério, de livre e espontânea vontade, porque realmente quis.
A motivação inicial foi porque o Zé Nuno gostava. E se ele gostava, eu queria vê-lo. :p E, por isso, requisitei-o da biblioteca e vi no portátil da minha irmã mais velha, no quarto dela. Que saudades! Lembro-me tão bem desta situação! É tão curioso como às vezes decoramos determinadas coisas...
Adoro a banda sonora e já cheguei a colocá-la várias vezes nas aulas enquanto os miúdos trabalham.
Sinopse:
"Amélie viu o seu peixinho desaparecer num lago municipal, a sua mãe morrer no átrio de Notre-Dame e o pai transferir todo o seu afecto para um anãozinho de jardim. Amélie cresce e arranja emprego em Montmartre como empregada de um bar explorado por uma antiga bailarina equestre. Amélie leva uma vida simples. Diverte-se a partir a crosta do leite creme, a atirar pedrinhas ao Sena, a observar as pessoas e a deixar correr a imaginação. Aos vinte e dois anos dá-se um golpe de teatro e Amélie descobre um objectivo na vida : melhorar a vida dos outros. Inventa então toda uma série de estratagemas para intervir incognitamente na existência de várias pessoas à sua volta. Entre elas, a porteira, que passa os dias a beberricar Porto num tête-à-tête com o seu cãozinho embalsamado; Georgette, a balconista hipocondríaca; ou o “homem de vidro”, o vizinho que só vive através de uma reprodução de Renoir. A missão de Amélie é subitamente perturbada pelo aparecimento de Nino Quincampoix, um jovem estranho. Empregado a meio tempo num comboio fantasma e numa sex-shop, Nino colecciona fotografias abandonadas nas máquinas de photomaton. Amélie sente-se fascinada por Nino, mas prefere jogar ao gato e ao rato com ele, em vez de revelar abertamente os seus sentimentos. Após várias tentativas frustradas, acaba por desistir. Felizmente, “o homem de vidro”, perito em isolar-se dos outros, retribui-lhe a atenção prestada, atirando-a para os braços de Nino."