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segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Com o coração nas mãos

 


Autor: Marta Arrais e Emanuel António Dias
Ano: 2019
Editora: Paulus Editora
Número de páginas: 126

Lido entre 05/01/2020 e 27/12/2020
Número de páginas lidas antes de desistir: 54 (faltavam 72)


Opinião:
Livro que o marido comprou cá para casa. A capa é muito linda, mas o conteúdo não me motivou muito. Defini que iríamos ler uma reflexão do livro em cada domingo do ano. Mas rapidamente nos esquecemos. No fim do ano comecei a ler 2 ou 3 reflexões por dia. Mas acho que não consegui tirar muito sumo de muitas das reflexões. Daí que o livro tenha acabado por ficar a meio.


Sinopse:
"Com o coração nas mãos é uma coletânea de 52 textos de Marta Arrais e Emanuel Dias.
Uma reflexão para cada semana do ano.
Uma companhia para quem gosta da aventura do mundo interior."

sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

A Siciliana


 
Autor: Sveva Casati Modignani
Ano: 2004
Editora: ASA
Número de páginas: 384

Páginas lidas antes de desistir: cerca de 100
Lido entre 22/09/2020 e 02/12/2020 (42 dias)


Opinião:
Livro emprestado pela minha irmã. 
A grande maioria das poucas páginas que li foi nos 2 ou 3 primeiros dias. Depois comecei a trabalhar e não li mais nada. Dois meses depois, li um pouco durante mais um dia e percebi que a história não me estava a cativar. Por isso desisti.
Já não tinha achado nada de especial o anterior livro desta autora. Desisto de ler Sveva Casati Modignani.


Sinopse:
"Numa pequena vila siciliana, um jornalista pede uma entrevista a uma freira enigmática: ela é Nancy Pertinace, outrora figura pública de Nova Iorque e candidata a mayor da cidade. Ao longo de vários dias, Nancy fará revelações surpreendentes sobre o seu passado e sobre os motivos que a levaram a refugiar-se nos confins daquela ilha. Porém, nem sempre o que é revelado é absoluto e há mais sombras no seu presente do que se possa imaginar….
Uma alucinante história de amor, de poder e de morte, entre a Sicília e Nova Iorque. Um espectacular romance que revela os extensos tentáculos da máfia italiana."

terça-feira, 8 de setembro de 2020

Os maus da História de Portugal

 

Autor: Ricardo Raimundo
Ano: 2014
Editora: Esfera dos livros
Número de páginas: 307

Páginas lidas antes de desistir: 33 (faltavam 274)
Lido entre 04/09/2020 e 07/09/2020 (4 dias)


Opinião:
Livro emprestado pela minha irmã.
Lembro-me de ter ouvido este autor na Prova Oral da Antena 3 e de ter achado bastante interessante a forma como ele falava. Eu gosto muito de História, mas não gostei do conteúdo do livro. Se calhar se o livro me tivesse parado às mãos há uns anos, numa altura em que eu não desistia das leituras que não me estivessem a cativar muito, teria lido até ao fim sem me queixar muito. A única coisa de que gostei foi do início de cada capítulo em que fazia uma contextualização histórica sobre o rei que seria abordado nesse capítulo. Mas depois logicamente fazia referência às coisas más que o rei fez e essa parte já não me interessava.


Sinopse:
"A História costuma exaltar os grandes nomes da nação, as figuras que marcaram uma época, os heróis que venceram batalhas e conquistaram novos mundos, os reis que serviram o nosso país com dedicação… Pois, ao longo destas páginas, o que vai encontrar são os maus da nossa História. Os reis cruéis de temperamento violento, os assassinos sem escrúpulos, os homens que a troco de uma vil recompensa não hesitaram em trair o país, as mulheres fatais que enfeitiçaram os homens de poder, levando-os à perdição, os ambiciosos e gananciosos que não olharam a meios para atingir os seus fins, e todo o tipo de gente de má rês… 
Ricardo Raimundo, autor de "Os Escândalos da Monarquia Portuguesa" e "Vidas Surpreendentes, Mortes Insólitas da História de Portugal", volta a surpreender-nos com este livro original, onde ficamos a conhecer o outro lado de algumas das personagens marcantes da História da Portugal.
O rei D. Pedro I tinha um génio violento, D. João II, o Príncipe Perfeito, tinha um lado negro, tendo assassinado, pelo seu próprio punho, o seu cunhado, irmão da rainha. Vasco da Gama levou o nome de Portugal ao outro lado do Mundo, mas os seus feitos violentos e personalidade colérica são pouco conhecidos. O infante D. Francisco, irmão do rei D. João V, era, segundo as crónicas, «um sujeito muito mau». Quem era a Megera de Queluz, perversa, ambiciosa e ninfomaníaca? Fernão de Magalhães pôs-se ao serviço de Espanha por apenas cem réis de diferença. Diogo Alves, o assassino do aqueduto, os regicidas Buíça e Costa e o temido João Brandão são alguns dos malfeitores que vai ficar a conhecer nas páginas deste livro surpreendente."

domingo, 6 de setembro de 2020

O Velho que lia romances de amor

 


Autor: Luís Sepúlveda
Ano: 2006
Editora: ASA Editores
Número de páginas: 110

Número de páginas lidas antes de desistir: 57 (faltavam 53)
Lido entre 01/09/2020 e 03/09/2020 (3 dias)


Opinião:
Livro emprestado pela minha irmã.
O livro já estava na minha wishlist há vários anos, mas afinal fiquei muito desiludida. Ainda tentei ler até ao fim, porque afinal o livro é super fininho. Se vir bem, li mais de metade. Mas não estava a gostar mesmo das descrições tão realistas sobre a vida na selva e as suas mortes provocadas pelos animais...


Sinopse:
"Antonio José Bolívar Proaño vive em El Idilio, um lugar remoto na região amazónica dos índios shuar, com quem aprendeu a conhecer a selva e as suas leis, a respeitar os animais que a povoam, mas também a caçar e descobrir os trilhos mais indecifráveis.
Um certo dia resolve começar a ler, com paixão, os romances de amor que, duas vezes por ano, lhe leva o dentista Rubicundo Loachamín, para ocupar as solitárias noites equatoriais da sua velhice anunciada. Com eles, procura alhear-se da fanfarronice estúpida desses "gringos" e garimpeiros que julgam dominar a selva porque chegam armados até aos dentes, mas que não sabem enfrentar uma fera a quem mataram as crias.
Descrito numa linguagem cristalina e enxuta, as aventuras e emoções do velho Bolívar Proaño há muito conquistaram o coração de milhões de leitores em todo o mundo, transformando o romance de Luis Sepúlveda num "clássico" da literatura latino-americana."

quarta-feira, 22 de julho de 2020

Alguns preferem urtigas


Autor: Junichiró Tanizaki
Ano: 2009 (esta edição), original de 1955
Editora: Teorema
Número de páginas: 200

Número de páginas lidas antes de desistir: 98 (faltavam 102)
Lido entre 12/07/2020 e 20/07/2020 (9 dias)


Opinião:
Mais um livro em que desisti. :( Ando a desistir de imensos livros, mas sinto que não vale a pena estar a insistir em livros que não estou a gostar, quando tenho dezenas e dezenas de livros em lista de espera para serem lidos. 
Este foi conseguido através de um passatempo.
O livro começa com uma introdução em que acabam por dizer como é a história toda. Ou se não é assim, é essa a sensação com que fiquei. No entanto, achei importante haver esta introdução porque deu para contextualizar e conhecer um pouco da vida do autor e perceber como a vida dele está relacionada com o que ele escreveu.
Mas basicamente parece não ter enredo nenhum. Li quase metade do livro e, pelo que parece, é apenas o casal a tentar separar-se. Mas não consegue.
O livro é pequeno e parecia que eu iria ler num instante, mas a leitura é bastante massuda e cansativa.
O título é bastante interessante, pois está relacionado com um provérbio japonês: "Cada bicho com o seu gosto: alguns preferem urtigas", que eu traduziria como "gostos não se discutem".


Sinopse:
"Geralmente considerada uma das melhores obras de Tanizaki, é a história das ramificações de um casamento em crise. Kaname procura um escape da sua vazia existência doméstica nos braços de uma bela euroasiática, e fecha os olhos à possibilidade da sua mulher arranjar um amante.
O seu sogro é um burguês da velha escola, civilizado, refinado, treinado nas elegantes ambiguidades de uma tradição antiga. Instintivamente, o velho senhor adivinha que o casamento da sua filha falhou porque o jovem casal se desligou das tradicionais raízes japonesas da realização estética e emocional, e tenta reparar os estragos conduzindo-os de volta às artes clássicas do país.
Por baixo da calma, embora sombria, superfície da narrativa, desenrola-se um violento e absorvente conflito entre a indecisão do marido e a posição tortuosa e manipuladora do velho senhor."


quarta-feira, 20 de maio de 2020

O rapaz de olhos azuis


Autor: Joanne Harris
Ano: 2010
Editora: ASA
Número de páginas: 432

Número de páginas lidas antes de desistir: 36 (faltavam 396)
Lido entre 04/05/2020 e 18/05/2020 (15 dias)


Opinião:
Livro recebido numa Bolsa de Trocas. Não sabia nada sobre o enredo. A única coisa que sabia era a autora: Joanne Harris. Desta autora tinha lido "Chocolate" em 2007 e lembro-me de ter gostado.
Mas comecei a ler este livro e não gostei. Falava de assassínios. Não me cativava a leitura. Houve até uma noite em que não estava a conseguir dormir e pensei em pegar no livro, mas depois pensei "se calhar é melhor não ler porque ainda tenho pesadelos com isto". 
Por isso, depois de pesquisar e perceber que se tratava de um thriller, e que as pessoas diziam que este livro fugia completamente ao género habitual de Joanne Harris, decidi desistir.
Ah, a sinopse não diz nada. Não dá para perceber praticamente nada da história.


Sinopse:
"Ele conhece-a há uma eternidade e, contudo, ela nunca o viu. É como se fosse invisível para a mulher que ama. Mas ele vê-a a ela: o cabelo; a boca; o rosto pequeno e pálido; o casaco vermelho-vivo na neblina matinal, como algo saído de um conto de fadas.
Até agora, ele nunca se apaixonou. Assusta-o um pouco: a intensidade dessa emoção, a maneira como o rosto dela se intromete nos seus pensamentos, a maneira como os seus dedos traçam o nome dela, a maneira como tudo, de algum modo, conspira para que ela nunca lhe saia da cabeça…
Ela não sabe de nada, claro. Tem um ar muito inocente, com o seu casaco vermelho e o seu cesto. Mas por vezes os maus não se vestem de preto e por vezes uma menina perdida na floresta é bem capaz de fazer frente ao lobo mau…"

segunda-feira, 4 de maio de 2020

Léxico familiar


Autor: Natalia Ginzburg
Ano: 1963
Editora: Relógio d'Água Editores
Número de páginas: 191

Número de páginas lidas antes de desistir: 37 (faltavam 154)
Lido entre 27/04/2020 e 03/05/2020 (7 dias)


Opinião:
Livro emprestado por uma das minhas irmãs. Fiquei mesmo com pena de não gostar do livro porque ela tinha dito que tinha gostado imenso. Mas não houve nada que me cativasse no livro. O pouco que li, li-o a fazer "sacrifício". E achei que não valia a pena continuar a insistir. Se calhar era demasiado "alternativo" para mim. 


Sinopse:
"Léxico Familiar é o principal livro de Natalia Ginzburg e um clássico da literatura italiana contemporânea. A narrativa acompanha a vida dos Levi, que viveram em Turim entre 1930 e 1950, período em que se assiste à ascensão do fascismo, à Segunda Guerra Mundial e aos acontecimentos que se lhe seguiram.
Natalia, uma das filhas do professor Levi, foi testemunha dos momentos íntimos da família e dessa conversa entre pais e irmãos que se converteu num idioma secreto. Nesta narrativa de pendor autobiográfico, os acontecimentos quotidianos misturam-se com reflexões que mantêm toda a atualidade.
O livro venceu em 1963 o Prémio Strega."