quinta-feira, 6 de abril de 2017

Le fabuleux destin d'Amélie Poulain


Nome em português: O fabuloso destino de Amélie
Ano: 2001
Género: Comédia, Romance
Realização: Jean-Pierre Jeunet
Argumento: Guillaume Laurant
Elenco: Audrey Tautou (como Amélie Poulain), Mathieu Kassovitz (como Nino Quincampoix), Rufus (como Raphaël Poulain)


Opinião:
Minha classificação: 9/10. Filme visto em 2007, se calhar em setembro.
Para mim, este filme marca o início de uma nova fase da minha vida! Considero que foi o 1.º filme que eu vi a sério, de livre e espontânea vontade, porque realmente quis. 
A motivação inicial foi porque o Zé Nuno gostava. E se ele gostava, eu queria vê-lo. :p E, por isso, requisitei-o da biblioteca e vi no portátil da minha irmã mais velha, no quarto dela. Que saudades! Lembro-me tão bem desta situação! É tão curioso como às vezes decoramos determinadas coisas...
Adoro a banda sonora e já cheguei a colocá-la várias vezes nas aulas enquanto os miúdos trabalham.


Sinopse:
"Amélie viu o seu peixinho desaparecer num lago municipal, a sua mãe morrer no átrio de Notre-Dame e o pai transferir todo o seu afecto para um anãozinho de jardim. Amélie cresce e arranja emprego em Montmartre como empregada de um bar explorado por uma antiga bailarina equestre. Amélie leva uma vida simples. Diverte-se a partir a crosta do leite creme, a atirar pedrinhas ao Sena, a observar as pessoas e a deixar correr a imaginação. Aos vinte e dois anos dá-se um golpe de teatro e Amélie descobre um objectivo na vida : melhorar a vida dos outros. Inventa então toda uma série de estratagemas para intervir incognitamente na existência de várias pessoas à sua volta. Entre elas, a porteira, que passa os dias a beberricar Porto num tête-à-tête com o seu cãozinho embalsamado; Georgette, a balconista hipocondríaca; ou o “homem de vidro”, o vizinho que só vive através de uma reprodução de Renoir. A missão de Amélie é subitamente perturbada pelo aparecimento de Nino Quincampoix, um jovem estranho. Empregado a meio tempo num comboio fantasma e numa sex-shop, Nino colecciona fotografias abandonadas nas máquinas de photomaton. Amélie sente-se fascinada por Nino, mas prefere jogar ao gato e ao rato com ele, em vez de revelar abertamente os seus sentimentos. Após várias tentativas frustradas, acaba por desistir. Felizmente, “o homem de vidro”, perito em isolar-se dos outros, retribui-lhe a atenção prestada, atirando-a para os braços de Nino."

Trailer:

terça-feira, 4 de abril de 2017

Lost in Translation


Nome em português: O amor é um lugar estranho
Ano: 2004
Género: Drama
Realização: Sofia Coppola
Argumento: Sofia Coppola
Elenco: Bill Murray (como Bob Harris), Scarlett Johansson (como Charlotte), Giovanni Ribisi (como John)


Opinião: 
Minha classificação: 4/10. Filme visto no ano letivo 2007/2008, mas acabei por nunca escrever aqui sobre esse filme.
Vi-o no computador, na Póvoa, quando nenhuma das minhas irmãs estava em casa. Estava nos DVDs da minha irmã.
Lembro-me que não gostei muito e nunca percebi porque é que as pessoas falam sempre muito bem deste filme. No imdb está com nota de 7,8. E ganhou o Óscar de Melhor Argumento Original. Não percebo mesmo...


Resumo:
"Filme norte-americano escrito e realizado em 2003 por Sofia Coppola, que mistura a comédia e o drama. Intitulado originalmente Lost in Translation , foi interpretado por Bill Murray, Scarlett Johansson, Giovanni Ribisi, Anna Faris e Fumihiro Hayashi. O argumento centra-se na amizade que nasce entre dois americanos enquanto se encontram por alguns dias em Tóquio. 
Bob Harris (Bill Murray) é um ator muito conhecido que se encontra em Tóquio para filmar um anúncio a um uísque. Sentindo na pele o enorme choque cultural, que acentua a sua crise de meia-idade, Bob passa quase todo o seu tempo livre no hotel em que está hospedado. Vai ser na sequência de uma insónia que, no bar do hotel, conhece Charlotte (Scarlett Johansson), uma mulher bastante mais nova, casada com John (Giovanni Ribisi), um fotógrafo bem-sucedido que tem um trabalho na cidade e que a deixa a maior parte do tempo sozinha. Para além de partilharem um certo aborrecimento e confusão com os hábitos japoneses, Bob e Charlotte comungam também uma crescente insatisfação com as suas vidas. Bob sabe que a chama do seu casamento já se extinguiu e está desiludido com a sua carreira. Charlotte repara no quanto o seu marido mudou em dois anos de casamento e, ao mesmo tempo, sente-se incapaz de iniciar uma carreira. Rapidamente, os dois transformam-se em cúmplices, amigos e, à medida que vão explorando a cidade e passando por momentos únicos juntos, vão sentindo talvez algo mais um pelo outro. 
Filmado inteiramente no Japão pela filha do famoso Francis Ford Coppola, O Amor é um Lugar Estranho não se inscreve num género específico, deambulando sempre entre as ambiências de maior tristeza e as mais hilariantes sequências cómicas, contendo nessa dicotomia uma multiplicidade de emoções e sensibilidades. Para este resultado, são fundamentais as magníficas interpretações dos dois atores principais. Ambos equilibram de forma notável a tristeza, a inteligência, a vulnerabilidade e o sentido de humor (ora cáustico, ora terno). A relação entre eles, fruto das circunstâncias e do espaço estranho que temporariamente partilham, torna-se platónica, mas o filme acaba por deixar na ambiguidade o sentimento que realmente os atravessa. 
Venceu o Óscar para o Melhor Argumento Original, tendo obtido três outras nomeações (Melhor Filme, Realizador e Ator Principal). Venceu ainda três Globos de Ouro: Melhor Filme Musical ou Comédia, Melhor Argumento e Melhor Ator em Musical ou Comédia (Bill Murray)." (retirado daqui)


Trailer:

domingo, 2 de abril de 2017

The Edge of Seventeen


Nome em português: Quase 18
Ano: 2016 (ainda não estreou em Portugal)
Género: Comédia, Drama
Realização: Kelly Fremon Craig
Argumento: Kelly Fremon Craig
Elenco: Hailee Steinfeld (como Nadine), Haley Lu Richardson (como Krista), Blake Jenner (como Darian)


Opinião:
Minha classificação: 8/10. Visto em 25.03.2017.
Vi este filme por acaso. Não o conhecia, nem sequer estreou em Portugal (ainda).
Comecei por não gostar muito, pois estava a fazer lembrar-me tempos do 3.º ciclo e secundário que foram épocas de que tenho muitas más recordações, por exemplo com as inseguranças próprias da adolescência.
No entanto, o filme começou a ficar mais interessante e acabei por gostar bastante. É daqueles filmes que eu gostaria de mostrar a grupos de adolescentes, se desse catequese a grupos do 10.º ano, por exemplo, por causa da mensagem que tem a transmitir. Numa das sinopses que li recomendava para maiores de 14 anos.
Fiquei a pensar nos emails que recebia, há uns anos atrás, com "ensinamentos" de gente mais velha, e que eu não ligava muito. Agora, sou capaz de perceber alguns deles e de até ensiná-los a outras pessoas. Por exemplo, dizermos que é importantes sermos "nós mesmos" é uma frase super batida, que está em todos os filmes de animação. Mas na realidade é importante isso mesmo! E neste filme, para além de outras coisas, tinha essa mensagem a ser transmitida.


Sinopse:
Crescer não é nada fácil para alguns, como para Nadine, uma estudante que está a enfrentar uma situação difícil  desde que sua melhor amiga, Krista, começou a namorar com o seu irmão mais velho, Darian. Nadine sente-se mais sozinha do que nunca, pelo menos até começar uma amizade com um jovem atencioso. No entanto, a Nadine está interessada num outro rapaz, com quem acaba por não ser ela mesma.


Trailer:

quinta-feira, 30 de março de 2017

Genius


Nome em português: Um editor de génios
Ano: 2016
Género: Biografia, Drama
Realização: Michael Grandage
Argumento: A. Scott Berg (livro), John Logan
Elenco: Colin Firth (como Max Perkins), Jude Law (como Thomas Wolfe), Nicole Kidman (como Aline Bernstein), Laura Linney (como Louise Saunders)


Opinião:
Minha classificação: 4/10. Filme visto em 22.02.2017.
Como se pode ver na minha classificação, não gostei muito do filme...
Uma coisa interessante que aprendi no filme foi que este editor descobriu alguns nomes importantes na literatura, mas... como ele estava sempre a cortar páginas e páginas de descrições que achava desnecessárias, se todos os editores tivessem sido assim, o que seria do "Guerra e Paz" de Tolstói ou "Os Miseráveis" de Victor Hugo, com mais de 1000 páginas, que se revelaram grandes best-sellers?


Sinopse:
"Biografia de Max Perkins, um dos editores literários mais famosos do mundo. Apostando em jovens talentos, ele descobriu nomes fundamentais da literatura como F. Scott Fitzgerald, Ernest Hemingway e Thomas Wolfe. O filme acompanha a vida pessoal e Perkins e sua relação complicada com os escritores, cujas obras foram fortemente influenciadas pelo trabalho do editor."


Trailer:

sexta-feira, 24 de março de 2017

Tudo tem o seu tempo


Autor: Ana Maria Magalhães
Ano: 2012
Editora: Caminho
Número de páginas: 433

Lido entre 02/03/2017 e 16/03/2017 (15 dias)
Classificação: 2/5


Opinião:
Livro dado pela Angélica. Supostamente demorei 15 dias a lê-lo, mas na realidade li praticamente todo em dois dias. 
Para quem conhece os locais ou as pessoas mencionados no livro, este deverá ser bem mais interessante do que para pessoas como eu que não conhecem nem as pessoas nem os locais. Apesar de ter algumas histórias engraçadas e outras interessantes, penso que não terão sido suficientes para dar uma classificação mais elevada ao livro.
Gostei do tipo de escrita, e achei engraçado o facto da autora ir já deixando algumas histórias para contar num segundo volume. É que deve ter percebido que o livro já ia bastante longo.


Sinopse:
«Pertenço a uma enorme família, cheia de curiosas ramificações. Cresci num ambiente singular. Transporto comigo histórias engraçadas que merecem um registo. Tenho uma dívida de gratidão para com todos os que por vontade expressa ou por acaso converteram a minha infância e juventude no tesouro que ninguém me pode roubar. Quando senti necessidade de deixar um testemunho aos filhos e aos netos, fiz apelo à memória retrospetiva apoiada nas agendas onde anoto o meu dia a dia desde criança e procurei parentes que não via há muito a fim de preencher lacunas e pedir fotografias. Esses encontros, bem agradáveis, proporcionaram-me descobertas que ampliaram o projeto e obrigaram à leitura de papelada coberta de pó no fundo das gavetas. Tirei dúvidas, aprofundei as relações com o passado, escolhi o que me pareceu mais significativo e esclarecedor.»
Ana Maria Magalhães

sábado, 4 de março de 2017

Sully


Nome em português: Milagre no Rio Hudson
Ano: 8 de setembro de 2016
Género: Biografia, Drama
Realização: Clint Eastwood
Argumento: Chesley Sullenberger (livro), Todd Komarnicki
Elenco: Tom Hanks (como Chesley 'Sully' Sullenberger), Aaron Eckhart (como Jeff Skiles), Laura Linney (como Lorraine Sullenberger)


Opinião:
Minha classificação: 9/10. Visto em 16.02.2017.
Já tinha ouvido falar imenso deste filme, inclusive na Prova Oral. Estava super curiosa de vê-lo. Se tivesse visto o trailer antes de ver o filme, se calhar iria achar tudo muito assustador e teria desistido da ideia. Ainda bem que não vi o trailer antes!
Gostei imenso do filme! Foi extremamente interessante ver toda a parte do interrogatório, das pesquisas, das simulações do que aconteceria caso o Sully tivesse ido aterrar nos aeroportos mais próximos. Teria conseguido como eles diziam nas investigações? E nas simulações, os pilotos tinham treinado 17 vezes e já estavam prevenidos que era para ir aterrar nos aeroportos mais próximos, isto é, não foram tomados de surpresa como ele.
Muito bom mesmo!


Sinopse:
"15 de janeiro de 2009. Logo após descolar do aeroporto de La Guardia, em Nova York, um bando de pássaros atinge as turbinas do avião pilotado por Chesley "Sully" Sullenberger. Com o avião seriamente danificado, Sully não vê outra alternativa senão fazer uma aterragem forçada em pleno rio Hudson. A iniciativa é bem sucedida, com todos os passageiros a bordo sendo salvos. Tal situação logo transforma Sully num grande herói nacional, o que não o isenta de enfrentar um rigoroso julgamento interno coordenado pela agência de regulação aérea nos Estados Unidos."


Trailer:


quinta-feira, 2 de março de 2017

Under the Tuscan Sun


Nome em português: Sob o sol da Toscana
Ano: 2004 (em Portugal)
Género: Comédia, Drama, Romance
Realização: Audrey Wells
Argumento: Audrey Wells, Frances Mayes (livro)
Elenco: Diane Lane (como Frances), Raoul Bova (como Marcello), Sandra Oh (como Patti)


Opinião:
Minha classificação: 4/10.
Vi com o Sam no dia dos namorados (14.02.2017), na televisão. Achei um filme longo (1h53min) e um bocado parado. Penso que o Sam gostou mais do que eu. É um daqueles filmes simples, tranquilos, em que tudo termina bem.


Sinopse:
"Frances Mayes é uma escritora que leva uma vida feliz em São Francisco, até que se divorcia de seu marido. Triste e deprimida, decide mudar radicalmente de vida e compra uma mansão na Toscana, para descansar e poder terminar em paz o seu novo livro. Porém enquanto ela cuida das obras da sua nova casa, acaba conhecendo um novo homem que reacende sua paixão."


Trailer: